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Vejo-te a ti No meu coração És aquela que Toca a música Chamada Amor És aquela Que me faz vibrar, Que me faz estremecer, Viver e aprender. És a minha musa inspiradora És a fonte da minha vida, do meu ser, Obrigado por seres quem és. Ricardo Vieira
Quarta-feira, 15 de Julho de 2009

Sociedade de Química critica "incorrecções" na apresentação dos problemas

O exame nacional de Física e Química A da 2ª fase, realizado hoje pelos estudantes do secundário de Ciências, "não contém erros grosseiros", mas são "notórias algumas incorrecções na apresentação dos problemas e na linguagem utilizada". Apesar de não prejudicarem o desempenho do aluno médio, "não podem deixar de ser criticadas".

É esta a opinião da Sociedade Portuguesa de Química (SPQ) sobre as questões que dizem exclusivamente respeito a esta disciplina (três em seis tópicos). No parecer divulgado hoje no site da SPQ considera-se ainda que a prova era menos extensa do que a realizada na 1ª fase, mas mais difícil.

Acontece que o exame de Física e Química A é aquele que mais problemas tem causado aos alunos. Em quatro anos, nunca os estudantes conseguiram ter média positiva. Na 1ª fase de 2009, foi mesma a prova com a classificação mais baixa: média de 8,4 valores (numa escala de 0 a 20) e 24 por cento de chumbos à disciplina.

O panorama levou inclusivamente o Ministério da Educação a voltar a anunciar a necessidade de serem tomadas medidas especiais para o ensino da Física e da Química.

De resto, a ministra da Educação fez hoje um balanço positivo da forma como correu a 1ª fase das provas nacionais, sublinhando que, à excepção daquele teste, as médias ficaram acima dos 9,5 valores. "Foi uma óptima época de exames, não houve problemas", declarou Maria de Lurdes Rodrigues. "A maioria dos alunos teve nota positiva. Quando chegámos ao Governo isto não se passava assim", reforçou.

Já sobre os motivos que podem ajudar a explicar a quase duplicação de negativas no exame de Português do 9º deste ano, a ministra preferiu não fazer comentários e voltar a sublinhar que os resultados foram positivos.

publicado por Ricardo Vieira às 00:04
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Sábado, 6 de Dezembro de 2008

Tréguas travam greves dos professores

Educação. Ao fim de meses de guerra, ministério e sindicatos entreabriram ontem a porta do entendimento, ao acordarem reuniões sem pré-condições sobre a avaliação. As partes continuam, no entanto, decididas a levar as suas posições avante, com ou sem uma solução pacífica para a avaliação

O Ministério da Educação e a "plataforma" de professores chegaram ontem a umas precárias tréguas no conflito sobre a avaliação, marcando reuniões de "agenda aberta" sobre o tema a partir de dia 15. É a primeira tentativa conjunta de desfazer um impasse já demasiado incómodo para ambas as partes, embora a paz continue longe de estar garantida.

Para já, ficam suspensas as greves regionais que as estruturas tinham convocado para os dias 9, 10 e 11, no Norte, Centro e Sul do País. Mas nem os professores abdicam de outras "lutas" para travar o processo, nem o Ministério deixa de dar sequência às medidas com que o pretende consolidar o mais depressa possível.

A aproximação - a que não serão completamente alheias recentes sondagens reforçando a posição da ministra, nem o "susto" que o Governo apanhou quinta-feira no Parlamento -abriu-se ao final da tarde.

Numa altura em que os sindicatos se preparavam para entregar uma "moção" no Ministério, na sequência de uma vigília de professores na Avenida 5 de Outubro, o secretário de Estado Adjunto, Jorge Pedreira, antecipou-se, convocando por telemóvel os sindicalistas para um encontro onde lhes viria a confirmar a novidade.

À saída, os membros da "plataforma" não estavam eufóricos, mas passaram uma mensagem optimista às dezenas de professores que os aguardavam: "Os professores conseguiram dar o primeiro passo e de certeza que a seguir a este vão dar outros", disse Mário Nogueira, por entre muitos aplausos. "Pela primeira vez, vai estar em cima da mesa de negociações a suspensão desta avaliação".

"Continuamos com a mesma posição de sempre. Não há suspensão do processo de avaliação", disse pouco depois aos jornalistas Jorge Pedreira. "Nós ouviremos tudo o que os sindicatos quiserem dizer. Agora, não há nenhum equívoco relativamente à posição do Ministério da Educação. A agenda é completamente aberta, os sindicatos terão oportunidade de expressar os seus pontos de vista. E o Ministério os seus".

Desta aparente disparidade de posições, podem tirar-se duas conclusões: a solução, a haver, passará por qualquer coisa que não deverá chamar-se "suspensão" do processo; mas as partes se continuam a preparar-se para que não surja um acordo.

Ontem, sem fechar a porta a mudanças já este ano - "Vamos naturalmente ouvir o que os sindicatos têm a dizer"-, Jorge Pedreira insistiu que a perspectiva é de negociar "para o futuro", onde, aí sim, a tutela pode mexer na avaliação e até no estatuto da carreira docente. De resto, frisou que "jána próxima semana" estará concluído o processo de regulamentação da "simplificação" que o Governo aprovou. Já Mário Nogueira frisou que, além das metas a prazo, a prioridade das estruturas é encontrar uma "solução não administrativa" para avaliar dos professores este ano. Mas também apelou a "todas" as escolas e aos professores que, no dia 11, tomem posições exigindo a suspensão.
publicado por Ricardo Vieira às 12:26
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Quinta-feira, 9 de Outubro de 2008

PSD acusa Ministério da Educação de intimar autarquias a pagarem modems e Internet do Magalhães

 

O deputado do PSD Agostinho Branquinho acusou hoje no Paralmento o Ministério da Educação de intimar as autarquias a pagarem modems e ligação à Internet dos computadores Magalhães distribuídos a alunos do primeiro ciclo do ensino básico.

Durante um debate no Parlamento sobre educação agendado pelo PSD, Agostinho Branquinho considerou que "o Governo ainda não explicou, e era bom que explicasse, quem vai pagar os custos reais do Magalhães".

Agostinho Branquinho disse saber que "o Ministério da Educação mandou para todas as câmaras do país propostas - aquelas pressões que não são bem pressões - para pagarem os modems, que custam 45 euros, e a totalidade ou parte da assinatura anual da Internet, que se eleva a 250 euros".

O deputado e vice-presidente do grupo parlamentar do PSD acrescentou ter a informação de que "a Direcção Regional de Educação do Norte (DREN) comunicou às escolas que deviam dizer quais eram as situações anómalas, ou seja, quais as autarquias que não vão participar, para que a DREN pudesse intervir".

A Associação Nacional de Municípios Portugueses reuniu ontem de emergência e aconselhou hoje as autarquias a não pagarem as facturas que estão a receber, noticiou hoje a TSF.

O deputado do CDS-PP João Paulo Carvalho pediu à maioria socialista que comentasse "o caso do conselho pedagógico de uma escola de Barcelos que decidiu que os alunos podem passar de ano mesmo com cinco negativas".

Na resposta, o deputado do PS Bravo Nico não se referiu à questão dos computadores Magalhães.

Quanto ao caso de Barcelos, o deputado do PS a deu a entender estar de acordo com a decisão do conselho pedagógico, argumentando que "é sempre muito mais exigente e dá sempre muito mais trabalho às escolas e aos professores integrarem os alunos com percursos de aprendizagem difíceis".

"É sempre mais fácil colocá-los fora da escola. A nossa resposta é fazer com que as crianças fiquem dentro da escola. O direito à educação é um direito básico", acrescentou Bravo Nico.

 

                                                                                  Ricardo Vieira

publicado por Ricardo Vieira às 19:34
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