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Vejo-te a ti No meu coração És aquela que Toca a música Chamada Amor És aquela Que me faz vibrar, Que me faz estremecer, Viver e aprender. És a minha musa inspiradora És a fonte da minha vida, do meu ser, Obrigado por seres quem és. Ricardo Vieira
Segunda-feira, 15 de Junho de 2009

Perdas no BPN serão inferiores a mil milhões

Vítor Constâncio acusou Nuno Melo de "grande desconhecimento de factos e aspectos fundamentais" do caso BPN.

As perdas do BPN, nacionalizado em Novembro de 2008, serão muito inferiores aos mil milhões de euros, garantiu hoje o governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio, na audição de hoje da Comissão Parlamentar de inquérito ao caso BPN.

Constâncio adiantou o valor no meio de uma troca de acusações com o deputado Nuno Melo, do CDS-PP, a quem o supervisor acusou de construir um caso político e de desconhecer aspectos fundamentais do caso BPN.

"O senhor deputado revelou grande desconhecimento de factos e aspectos fundamentais" ao longo dos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito à nacionalização do BPN, acusou Vítor Constâncio, para quem o deputado centrista "construiu um caso político" e acabou por "fazer uma campanha [eleitoral] inteira à custa disso".

Entre os factos fundamentais que Constâncio acusou Nuno Melo de desconhecer estão o apuramento das constas - e do buraco do BPN - que o governador do banco central disse que "são muito inferiores aos mil milhões de euros" depois de todo o processo acabar, incluindo a venda do banco.

Constâncio acrescentou ainda que "só quando existir o banco mau que vai ter os activos [tóxicos do sistema português], que os vai valorizar e vender, só nessa altura é que se saberá" o valor real das imparidades no BPN.

Constâncio disse também que não há ainda possibilidade de apresentar números finais mas que "estamos a falar de números muito inferiores aos mil milhões de euros" pelo que Nuno Melo terá "distorcido factos" quando falou na campanha eleitoral de imparidades ou injecção de dinheiros públicos em torno de 2,5 mil milhões de euros.

publicado por Ricardo Vieira às 20:13
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