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Vejo-te a ti No meu coração És aquela que Toca a música Chamada Amor És aquela Que me faz vibrar, Que me faz estremecer, Viver e aprender. És a minha musa inspiradora És a fonte da minha vida, do meu ser, Obrigado por seres quem és. Ricardo Vieira
Sexta-feira, 6 de Março de 2009

CORTE DE JUROS TIRA 242 EUROS À PRESTAÇÃO DA CASA

Corte dos juros. O BCE anunciou a esperada descida dos juros e muitas famílias vão voltar a fazer contas à vida. No bom sentido. O corte de 0,5 pontos percentuais vai traduzir-se em ganhos mensais com a prestação da casa de quase 30%. Mas a banca não está a facilitar o acesso ao crédito

Juros vão continuar a cair, mas crédito está mais difícil

As esperadas boas notícias confirmaram-se: o Banco Central Europeu (BCE) anunciou uma descida de 50 pontos-base na sua taxa de juro. Um corte que, quando se reflectir nos actuais valores da Euribor a seis meses, se traduzirá numa poupança de 242 euros num empréstimo de 150 mil euros, face ao valor da taxa registado há um ano. Se estes 50 pontos-base forem descontados à actual média da Euribor a seis meses, os portugueses deverão passar a negociar taxas de juro para novos empréstimos à compra de casa a partir de um valor base de 1,534%, um patamar de negociação nunca registado para estes contratos.

Ao anunciar a descida da sua taxa directora para 1,5%, o BCE continua a pressionar as taxas interbancárias, as Euribor, na sua queda acentuada, que já dura há mais de três meses. Ontem, estes indexantes fixaram-se em 1,869%, no prazo de seis meses, e em 1,757% na Euribor a três meses, num processo que diariamente tem vindo a renovar mínimos históricos.

Com as Euribor ainda acima do valor agora fixado pelo BCE para a sua taxa e com a maioria dos economistas a acreditar que haverá novo corte de juros, pelo menos até 1%, neste primeiro semestre, a negociação de uma taxa de juro baixa é tarefa facilitada. Quem decidir apostar na continuada descida das Euribor e pretender negociar um novo empréstimo, logo que estas cheguem aos 1,5%, poderá contar com uma taxa final de 2,534%, ou seja, acrescida de um spread de um ponto percentual, que corresponde ao valor médio da margem financeira actualmente praticado.

Para um crédito de 100 mil euros, a 30 anos, quando aplicada uma taxa de juro de 2,534%, um agregado familiar de três pessoas ficará a pagar por mês 396,89 euros de prestação, de acordo com uma simulação feita pelo DN. Há um ano, a mesma família estaria a negociar o seu novo crédito com uma taxa de juro de 5,356%, o que resultaria numa prestação de 558,79 euros. Ou seja, no espaço de um ano, a prestação mensal deste empréstimo desceu 162 euros, menos 28,9%.

Igual descida percentual seria registada por um crédito de 150 mil euros. Nesta situação, a prestação paga pelo agregado familiar desce dos 838,18 euros possíveis em Março do ano passado para 595,34 euros, uma redução de 242,84 euros por cada mês.

Esta descida dos juros, iniciada em Setembro e que colocou as taxas Euribor em níveis historicamente baixos, não favorece, contudo, o acesso a novos empréstimos. A conjuntura de crise financeira, com a escassez de dinheiro e o consequente aumento do seu custo, traduz-se num aperto dos critérios de análise por parte da banca, na concessão de novos créditos.

Com o risco a aumentar por parte dos consumidores (mais desemprego, mais dificuldades no pagamento de dívidas, entre outras realidades), os bancos apertam nos spreads e aumentam as exigências feitas aos clientes, quer na relação entre o financiamento e garantia quer através de um relacionamento comercial mais forte com a instituição.
publicado por Ricardo Vieira às 20:54
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