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Vejo-te a ti No meu coração És aquela que Toca a música Chamada Amor És aquela Que me faz vibrar, Que me faz estremecer, Viver e aprender. És a minha musa inspiradora És a fonte da minha vida, do meu ser, Obrigado por seres quem és. Ricardo Vieira
Sexta-feira, 28 de Novembro de 2008

COMÉRCIO RECEIA PIOR NATAL DESDE 1989

Actividade. Já em quadra natalícia, os comerciantes estão pessimistas. Com dificuldades em poupar e fazer compras, o "estado de alma" dos consumidores está no ponto mais baixo desde 2003. Com falta de encomendas, a confiança dos industriais está em baixa. Dizem que podem proceder a despedimentos

Famílias estão pessimistas e cortam gastos

Os lojistas confirmam nos inquéritos o seu "ar" tristonho e dão razão à deterioração do "estado de alma" dos consumidores, seus clientes. Em Novembro, a confiança no comércio - desde o tradicional à grande superfície - sobre as vendas atingiu o mínimo de 19 anos e, pior, os comerciantes antevêem um agravamento da actividade, de acordo com os dados ontem divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). O que confirma que as famílias estão a resguardar-se nos gastos, tal como afirmam diversas instituições.

À entrada da quadra do Natal, os lojistas prevêem uma queda dos negócios (vendas) para os próximos três meses. Tencionam, inclusive, rever em baixa os seus preços, numa tentativa de acelerar os negócios, tal como fizeram no ano negro de 2003. Poderão estar a exagerar, mas vive-se num "clima" deteriorado - referem os comerciantes em inquéritos conduzidos pelo INE - semelhante ao vivido em 2003, quando Portugal viveu em recessão. Acresce que os seus stocks de produtos para venda estão a aumentar e as encomendas aos seus fornecedores (grossistas) - também eles a revelarem pessimismo para os próximos tempos - estão em queda, atingindo o ponto mais baixo de sempre.

Para os próximos três meses, a intenção de proceder a novas encomendas nunca esteve tão em baixa como actualmente, apesar da quadra tradicionalmente consumista, com o Natal e o 13.º mês (subsídio) a ajudar à facturação de vendas. Intenção de reforçar os balcões? Não. Com este cenário pessimista como fundo, os lojistas não tencionam, a curto prazo, contribuir para o aumento do emprego.

De quem é a culpa deste clima tão deteriorado? Da procura, respondem os comerciantes no inquérito. Em relação à actividade, os lojistas fazem uma apreciação negativa dos últimos três meses e elegem como principal obstáculo à actividade - leia-se vendas - a anemia do consumo. Os inquéritos aos consumidores confirmam o pessimismo demonstrado pelo comércio.

Este cenário de repressão nas despesas das famílias é confirmado por outras fontes. Já o INE, na sua folha de conjuntura de Outubro, tinha referido o pessimismo dos lojistas. O Banco de Portugal, nas previsões de Outono reveladas, confirmou para este ano uma desaceleração do consumo das famílias.

O pessimismo nos lojistas é consistente com a contínua deterioração do clima económico. Em Novembro, a confiança dos industriais (transformação) "voltou a agravar-se significativamente", diz o INE. A indústria nacional queixa-se da quebra da procura - com origem interna e externa - com consequências nas perspectivas de produção fabril. O sector que mais gente emprega, os serviços, com a carteira de encomendas em queda, a confiança dos empresários "diminuiu nos últimos seis meses" e atingiu o mínimo desde o final de 2003.
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publicado por Ricardo Vieira às 20:46
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