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Vejo-te a ti No meu coração És aquela que Toca a música Chamada Amor És aquela Que me faz vibrar, Que me faz estremecer, Viver e aprender. És a minha musa inspiradora És a fonte da minha vida, do meu ser, Obrigado por seres quem és. Ricardo Vieira
Quinta-feira, 20 de Novembro de 2008

Banco Privado Português está a negociar venda

Banco Privado Português está a negociar venda
 

O Banco Privado Português (BPP) está a negociar a venda de activos a outra instituição bancária. Contactado pelo DN, o presidente do conselho de administração, João Rendeiro, não quis comentar esta informação avançada ontem ao fim do dia pelo Jornal de Negócios Online, citando fonte interna do banco, mas, mais tarde, em entrevista à SIC Notícias, admitiu a entrada de novos accionistas no capital do banco. "Não é uma questão de ser comprado [o BPP], mas sim de trocas de participações", disse. De resto, o banqueiro considerou inevitável um processo de consolidação no sector bancário para fazer face à mais grave crise dos últimos 70 anos.

O BPP é um dos bancos que mais dificuldades estão a enfrentar na actual crise de liquidez no sistema financeiro. Segundo apurou o Critica, um dos seus principais clientes retirou, recentemente, investimentos e depósitos no valor de 20 milhões de euros, fechando as suas contas no banco. O BPP tem investido em participações minoritárias em empresas cotadas, que perderam muito valor em bolsa.

Rendeiro adiantou ainda que o seu banco vai recorrer ao aval do Estado para contrair um empréstimo de 750 milhões de euros, mas fez questão em salientar que não será o primeiro a fazê-lo: "[o primeiro] será provavelmente a Caixa, até porque, sendo a primeira emissão, cria um 'benchmark' para o mercado".

Diogo Vaz Guedes, que representa um dos accionistas de referência do BPP, afirmou ao DN desconhecer qualquer iniciativa no sentido da venda do banco. O empresário manifestou ainda "estranheza", pela notícia da alienação, uma vez que é administrador não executivo da holding que controla o banco. A família Vaz Guedes controla cerca de 5,8% do banco através da Sofip. Já Francisco Pinto Balsemão, o maior accionista individual, limitou-se a dizer: "Faça favor de contactar o conselho de administração", quando questionado pelo Critica sobre se o processo de venda.

De acordo com o Jornal de Negócios Online, existem várias opções em aberto, sendo uma delas a sua incorporação pelo BCP. Uma hipótese desmentida ao Critica por fonte oficial da instituição presidida por Santos Ferreira.

Na semana passada, a agência de classificação de dívidas Moody's baixou a sua avaliação sobre a solidez financeira do grupo, alertando para os riscos relacionados com a concentração de créditos da instituição. A nova avaliação traduz a imediata necessidade de liquidez, devido à maior pressão existente sobre uma actividade muito dependente do mercado de capitais.
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publicado por Ricardo Vieira às 20:01
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