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Vejo-te a ti No meu coração És aquela que Toca a música Chamada Amor És aquela Que me faz vibrar, Que me faz estremecer, Viver e aprender. És a minha musa inspiradora És a fonte da minha vida, do meu ser, Obrigado por seres quem és. Ricardo Vieira
Quinta-feira, 13 de Novembro de 2008

Portugueses estão a comprar menos comida

Consumo. Análise da Netsonda, feita junto de utlizadores de Net, revela que consumidores de vários escalões de rendimentos estão a reduzir ou a manter os seus gastos com alimentação. A Confederação do Comércio diz que "as pessoas não estão a comprar muito menos mas procuram preços mais baixos"

Gastos com vestuário e calçado a baixar

Os portugueses já começaram a reduzir gastos com a comida. Esta é uma das conclusões que se pode retirar de um estudo da Netsonda - Networkresearch, empresa de recolha e análise de informação através de plataformas tecnológicas. De acordo com o estudo - que teve por base um inquérito feito junto de 400 consumidores, com idades superiores a 16 anos, tipicamente urbanos e utilizadores de Internet - mais de metade dos inquiridos de quase todos os escalões de rendimentos responderam que diminuíram ou mantiveram os seus gastos com produtos alimentares e bebidas não alcoólicas no último ano . O que "traduz uma tendência para a redução do consumo na área alimentar" disse ao DN um dos partners da Netsonda, Salvador Gouveia, apesar de o estudo , até pelo perfil dos inquiridos, não pretender representar a opinião de todos os portugueses. A análise abrangeu desde pessoas com rendimentos zero até outros com mais de 250 mil euros.

Mesmo assim o comércio de produtos alimentares sofrerá menor quebra de vendas do que os restantes", defende o vice-presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal, João Vieira Lopes. "As pessoas não estão a comprar muito menos produtos alimentares estão é a escolher os de preços mais baixos", sublinha. Assim, se a quebra de vendas no comércio em geral no final deste ano deverá situar-se entre 5% e 10% , na alimentação será menor estima a CCP. "Quanto mais durável é o bem maior é quebra das suas vendas", refere João Vieira Lopes. Por isso, o comércio de têxteis e calçado, automóvel, equipamentos e acessórios para o lar ressentir-se-á muito mais .

Apesar disto, a baixa das taxas de juro, que tem como consequência a redução da prestação da casa, poderá dar já um novo alento no Natal, admite o vice-presidente da CCP. "As vendas têm muito a ver com o rendimento disponível. " se houver estabilização das taxas de juro as reduções de vendas poderão ser menos acentuadas do que esperávamos".

Contudo, os efeitos da crise são inevitáveis. Quase 74% dos inquiridos pela Netsonda afirmou que o poder de compra da sua família baixou no último ano e 58% "concorda" ou "tende a concordar" que em igual período passou a ter mais dificuldades em pagar as contas no final do mês. Metade admite que os gastos com bebidas alcoólicas, tabaco e narcóticos, restaurantes e hotéis reduziram no último ano.
publicado por Ricardo Vieira às 20:15
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