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Vejo-te a ti No meu coração És aquela que Toca a música Chamada Amor És aquela Que me faz vibrar, Que me faz estremecer, Viver e aprender. És a minha musa inspiradora És a fonte da minha vida, do meu ser, Obrigado por seres quem és. Ricardo Vieira
Sexta-feira, 24 de Outubro de 2008

CGD, BCP, BES, BPI e Totta admitem recorrer à garantia do Governo

CGD, BCP, BES, BPI e Santander Totta admitiram, esta sexta-feira, recorrer à garantia de 20 mil milhões de euros que o Governo criou para a ajudar à estabilização do sistema financeiro. O Governo regista com agrado o acolhimento positivo da banca a esta medida.

O comunicado do BES publicado pela Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) diz que o Grupo Banco Espírito Santo "considera solicitar a utilização do sistema de garantias nas condições previstas na referida Portaria no âmbito do seu plano financeiro para 2008/2009".

O BCP, também em comunicado, admite que vai ponderar o recurso a essa garantia. "BCP prevê proceder à emissão de dívida relativamente à qual será considerada a solicitação de garantia pelo Estado ao abrigo da Lei n.º 60-A/2008, de 20 de Outubro, e da Portaria n.º 1219-A/2008, de 23 de Outubro".

A decisão final do BCP dependerá das "condições relevantes de mercado e das alternativas disponíveis".

O BPI admitiu igualmente que pode vir a recorrer ao pacote de garantias do Estado de 20 mil milhões de euros.

O mesmo informou o Santander Totta, "no âmbito do regime extraordinário para a concessão de garantias pessoais do Estado Português ao sistema financeiro (...), que visa o reforço da estabilidade financeira e da disponibilização de liquidez nos mercados financeiros".

O banco adianta que a decisão de recorrer à garantia "depende da análise circunstancial do mercado e opções disponíveis".

Também a Caixa Geral de Depósitos (CGD) admite que "poderá vir a equacionar, se as respectivas condições lhe forem favoráveis, realizar uma emissão obrigacionista garantida, contribuindo, desta forma, para a redinamização dos mercados".

A CGD refere ainda que "tem acedido aos mercados financeiros internacionais com relativa normalidade, face á elevada qualidade da sua notação de rating".

Governo agradado

O ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, manifestou-se "agradado" pelo facto dos principais bancos portugueses acolherem de forma positiva a garantia de 20 mil milhões de euros prestada pelo Estado.

"O Governo regista com agrado o acolhimento positivo que a concessão de garantias por parte do Estado está a merecer por parte das principais instituições de crédito que operam no nosso mercado", afirmou Teixeira dos Santos.

As instituições de crédito que queiram beneficiar deste regime de garantias terão que apresentar um "pedido de concessão" junto do Banco de Portugal e do Instituto de Gestão de Tesouraria e de Crédito Público (IGCP).

Posteriormente, essas duas entidades vão analisar o pedido e emitir uma "proposta de decisão" e uma análise do risco de crédito, cabendo depois ao ministro das Finanças emitir a autorização final, um processo que o secretário de Estado do Tesouro disse que deverá ser "célere".

A partir daí, caso façam, por exemplo, uma emissão obrigacionista, podem beneficiar da cobertura do Estado, o que significa que a emissão tem um menor risco e, por isso, um menor custo já que se o banco não conseguir cumprir os compromissos, o Estado assegura-os.

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publicado por Ricardo Vieira às 20:18
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