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Vejo-te a ti No meu coração És aquela que Toca a música Chamada Amor És aquela Que me faz vibrar, Que me faz estremecer, Viver e aprender. És a minha musa inspiradora És a fonte da minha vida, do meu ser, Obrigado por seres quem és. Ricardo Vieira
Quinta-feira, 23 de Outubro de 2008

Petróleo acentua ganhos e avança mais de 4% em Londres

Os preços do petróleo acentuaram a tendência de subida e seguem a ganhar mais de 4% no mercado londrino. A possibilidade de a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) poder proceder amanhã a um corte da sua produção em dois milhões de barris por dia está a sustentar as cotações.

O contrato de Dezembro do Brent do Mar do Norte, crude de referência para a Europa, seguia a ganhar 4,01% no mercado londrino, para os 67,11 dólares por barril, depois de já ter estado a descer 0,81% (64 dólares).

O West Texas Intermediate (WTI), “benchmark” para os Estados Unidos subia 3,67% para 69,20 dólares.

O presidente da OPEP, Chakib Khelil, afirmou hoje em Viena que o cartel não pretende infligir sofrimento aos países consumidores de petróleo e que a decisão de amanhã terá como objectivo equilibrar os interesses tanto dos produtores como dos consumidores.

No entanto, Khelil afirmou, citado pela Reuters, que prefere ver o crude nos 90 dólares por barril, de forma a assegurar a prossecução dos projectos petrolíferos e gasíferos que estão em curso. “Precisamos do petróleo nos 90 dólares para continuarmos a desenvolver esses projectos”, salientou.

Segundo o “Houston Chronicle”, aquele mesmo responsável disse que preços do crude entre os 60 e os 90 dólares por barril não irão deteriorar o abrandamento económico global. Os projectos petrolíferos em areias betuminosas requerem preços a 90 dólares por barril para serem viáveis e a perfuração em águas ultra-profundas exige que o crude esteja pelo menos a 70 dólares, referiu Khelil, citado por aquele jornal.

Khelil adiantou ainda que quaisquer cortes da OPEP poderão ter de ser escalonados em várias fases. “Há provavelmente várias decisões a tomar ao longo do tempo para podermos realmente ajustar os preços”, afirmou à Reuters.

“A crise financeira vai ter impacto sobre a oferta de petróleo nos próximos dois anos e claro que terá também impacto sobre os preços do crude durante esse mesmo período, independentemente do que façamos agora”, sublinhou o presidente do cartel.

Irão defende corte de dois milhões de barris por dia

O ministro iraniano do Petróleo, Gholamhossein Nozari afirmou entretanto que a OPEP deve “equilibrar” o mercado, depois da queda de 53% das cotações desde os máximos históricos atingidos a 11 de Julho acima dos 147 dólares por barril, tendo sugerido que a redução do plafond de produção ascenda aos dois milhões de barris diários, segundo a Bloomberg.

Rafael Ramirez, ministro venezuelano do Petróleo, veio também hoje dizer que a OPEP tem de proceder imediatamente a um corte significativo da sua produção. “Obviamente que apoiamos uma redução da produção”, comentou em Viena, citado pela Bloomberg.

A Arábia Saudita é que continua a ser a grande incógnita. O ministro saudita do Petróleo escusou-se a dar sinais de apoio à possível redução da produção por parte do cartel. “Quem é que falou em cortes de produção?”, respondeu Ali al-Naimi quando lhe perguntaram hoje em Viena se apoiava a possibilidade de o grupo reduzir a sua produção amanhã. “Os preços serão determinados pelo mercado”, respondeu à Bloomberg.

 

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publicado por Ricardo Vieira às 19:43
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