.posts recentes

. Desabafo

. Um novo Código de Trabalh...

. O Som das Noites em breve...

. BAILOUT OU NÃO, EIS A QUE...

. Governo Português dá "exe...

. SAIR DO EURO

. PORTUGAL NA MODA

. O poder

. Portugal e os oceanos

. Dívida portuguesa aumenta...

.arquivos

. Maio 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

Vejo-te a ti No meu coração És aquela que Toca a música Chamada Amor És aquela Que me faz vibrar, Que me faz estremecer, Viver e aprender. És a minha musa inspiradora És a fonte da minha vida, do meu ser, Obrigado por seres quem és. Ricardo Vieira
Terça-feira, 21 de Outubro de 2008

"Deduções de juros da casa no IRS sobem até 50%"

Impostos. As deduções à colecta aumentam 50% nos dois primeiros escalões, 20% no terceiro e 10% no quarto escalão. Governo prepara possibilidade de baixar em 15% o imposto sobre imóveis (IMI) ao facilitar as reavaliações

Aumentos salariais superiores à inflação, que serviram de guia para actualização dos escalões em IRS, resultam em aumentos de impostos?

Se alguém tem um ganho superior à inflação, significa que em termos relativos está a ganhar mais no próximo ano. Quem ganha mais tem uma consequência, ao nível do IRS, que é pagar mais. Isso sempre foi assim.

Simulações indicam aumentos de imposto para quem não tenha encargos de juros com habitação. Concorda?

Não há qualquer aumento de IRS. E tal é inequívoco, independentemente da perspectiva que se adopte.

Haverá acréscimo de deduções de juros com habitação? Qual a extensão?

Haverá majorações [aumentos] à colecta de 50% nos primeiros dois escalões do IRS, de 20% no terceiro e 10% no quarto, o que está integrado no pacote de medidas anticiclicas. Ou seja, teremos uma actualização progressiva com encargos à habitação. Numa perspectiva global a intenção foi manter o nível de tributação e favorecer aqueles que consideramos mais necessitados.

Majorações de juros vão distorcer o alcance social do imposto, já que haverá deduções de juros de empréstimos do tipo "multiopções", usados para consumo...

O Governo propõe à Assembleia da República algo que me parece do mais anticíclico feito nos últimos anos. Se temos um aumento dos juros com a habitação própria permanente, então daremos um alívio fiscal aos sujeitos passivos mais onerados. Não de forma igualitária, mas acentuando os benefícios aqueles que mais necessitam. Relativamente à possibilidade de dedução de juros indevidos, essa é uma questão de fiscalização e inspecção. A nossa acção inspectiva será reforçada.

Há criticas segundo as quais os efeitos finais da redução do IRC será em 2010...

Não seria só por ser em 2010 que não se tomaria a medida... A primeira medida foi baixar o IRC para 12,5% até aos primeiros 12500 euros de matéria colectável. Com esta alteração, Portugal fica com uma das taxas mais baixas da Europa, a nível de PME. Isto significa que haverá um alívio fiscal para as PME até um valor médio de proveitos de cerca de 400 mil euros. Mas há uma redução no esforço de tesouraria das PME já em 2009 , o que dará condições de expansão rápida das PME no próximo ciclo económico.

Mas em contrapartida, o pagamento por conta será aumentado para as grandes empresas.

Pretendemos que na autoliquidação não haja uma entrega tão avultada de imposto. Como temos sistematicamente verificado que a entrega em autoliquidação é sempre superior aquilo que se deveria, aumentamos o pagamento por conta para 90%. Mas esta questão deve ser relativizada, até porque há disposições fiscais que permitem efectuar os ajustamentos necessários nas entregas antecipadas do imposto.

O pagamento especial por conta terá de ser alterado...

Consideramos que não existe necessidade de efectuar uma revisão do pagamento especial por conta, no sentido jurídico.

A Administração Fiscal está com dificuldades em cumprir com a meta de conseguir uma receita de 1,5 mil milhões em cobranças coercivas. O objectivo é para manter?

Estou convencido que vamos atingir a meta dos 1,5 mil milhões de euros. Mas afirmo que cobrar 1,5 mil milhões em receita coerciva este ano, corresponde ao esforço de dois ou 2,3 mil milhões de euros no ano passado [a cobrança através de penhoras coerciva em 2008 foi de 1,6 mil milhões de euros].
tags:
publicado por Ricardo Vieira às 18:35
link do post | comentar | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Maio 2011

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

.tags

. todas as tags

.links

blogs SAPO

.subscrever feeds