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Vejo-te a ti No meu coração És aquela que Toca a música Chamada Amor És aquela Que me faz vibrar, Que me faz estremecer, Viver e aprender. És a minha musa inspiradora És a fonte da minha vida, do meu ser, Obrigado por seres quem és. Ricardo Vieira
Quinta-feira, 25 de Novembro de 2010

O Som das Noites em breve sairá um post sobre este tema, entretanto vou publicando alguns exemplos

publicado por Ricardo Vieira às 22:47
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Quarta-feira, 17 de Novembro de 2010

BAILOUT OU NÃO, EIS A QUESTÃO

O impasse em redor do plano de resgate do sistema bancário irlandês continua. Bruxelas e Berlim querem que a Irlanda aceite a activação do fundo de estabilização europeu o mais rapidamente possível, mas o governo irlandês continua reluctante em fazê-lo, apesar de saber que o buraco da dívida bancária é bem maior do que seria desejável (e tinha sido previsto). Porquê? Porque não só, como já aqui referi, a Irlanda tem reservas suficientes para garantir o financiamento da dívida pública até meados de 2011, mas também porque o governo teme que uma cedência a Bruxelas e Berlim poderá acarretar pesados custos eleitorais para o partido no poder. Nada de novo, portanto.
Porém, há um motivo adicional que poderá explicar ainda melhor a renitência celta: a Irlanda está preocupada com a competitividade da economia irlandesa, pois teme que uma intervenção do FMI e, principalmente, a activação do fundo de estabilização possa forçar uma revisão dos generosos benefícios fiscais existentes para as empresas sediadas em território irlandês. Vale a pena relembrar que uma das razões que explicam o milagre económico irlandês das últimas duas décadas foi a política de taxar as empresas à taxa de 10%, bem mais reduzida do que na maioria dos países europeus, e que atraiu inúmeras empresas multinacionais para esse país. Ora, já há muitos anos que os franceses e os alemães, entre outros, se têm queixado da alegada "concorrência desleal" da Irlanda na atracção do investimento estrangeiro, pois os impostos irlandeses são bem mais baixos do que a média europeia. Aliás, se se recordam, há alguns anos, vários países da União Europeia tentaram vender a ideia de uma hamonização fiscal europeia, que tinha como principal objectivo acabar com as excepções fiscais concedidas por países como a Irlanda. Os irlandeses sempre resistiram (e bem) a estas investidas, pois sempre acharam que se aumentassem os impostos estariam a matar uma das galinhas de ovos de ouro do milagre irlandês e perderiam soberania económica. Por isso, temem agora que os alemães e os franceses finalmente alcancem o que já vêm tentando fazer há tanto tempo: a subida das taxas de impostos sobre as empresas em troca do resgate dos bancos irlandeses. E este é que parece ser um dos principais pontos de contenda nas negociações que estão a decorrer entre Dublin e Bruxelas (e o FMI).
publicado por Ricardo Vieira às 12:42
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Terça-feira, 16 de Novembro de 2010

Governo Português dá "exemplo de austeridade" comprando (mais um) Mercedes S450 CDI no valor de 140.876 euros, para a cimeira da NATO.

Depois da ressaca das novas medidas de austeridade que vêm aí ,os nossos governantes pedem poupança contenção e que façamos mais uma vez sacríficos.
 

Nem deixam assentar a poeira, adquirem de rajada uma viatura para convidados do Estado. Um Mercedes S450 CDI no valor de 140.876 euros. A "explicação" dada, foi pelo "custo de manutenção da anterior viatura e obrigações protocolares".

Um cidadão normal que tenha um carro antigo e a precisar de uma revisão geral o que faz ? Não brinquem connosco. Se não temos dinheiro e estamos em restrições alugue-se um carro por uns dias ou compre-se um carro híbrido e mais em conta. Receber com dignidade não é o mesmo que sumptuosidade.

É uma vergonha! Depois queixem-se , o povo - «o povo é sereno» - tem que acordar para isto e muito mais. Esta noticia veio a lume, mas haverá outras peripécias que não se sabem. Definitivamente o exemplo não vem de cima e assim não vamos lá.

O Presidente da República deveria inviabilizar esta compra. Devido à cimeira da NATO compramos carros, e por outro lado são estes senhores europeus que nos mandam apertar o cinto. Um verdadeiro paradoxo...

Não seria vergonha nenhuma pedir um carro emprestado à Europa para as nossas obrigações protocolares.

Que dirão a maioria dos portugueses que gostariam de trocar de carro e não têm possibilidades para isso. Não há dinheiro não há gastos.

Este episódio mostra a nossa cultura permissiva - «quanto mais me bates mais gosto de ti» - mas que deve ser denunciada e condenada



DIVULGUEM  E REVOLTEM-SE CONTRA ESTA CORJA DE LADRÕES!!!

publicado por Ricardo Vieira às 01:40
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Segunda-feira, 1 de Novembro de 2010

SAIR DO EURO

Há uns meses alertei aqui que o prolongar da crise económica da última década em países como Portugal e a Itália poderia aumentar a tentação de optarmos por soluções mais populistas (não necessariamente as mais indicadas a nível económico) para tentarmos resolver os nossos problemas. Dentro destas saídas mais populistas, encontra-se uma eventual saída do euro. Já analisei aqui os custos e as vantagens de uma tal decisão. No entanto, para quem tenha a aspiração de voltarmos ao escudo, vale a pena recordar dois números:
_ a dívida externa bruta de Portugal já ultrapassou os 500 mil milhões de euros (cerca de três vezes o PIB nacional)
_ a dívida pública directa (70%-80% da qual é detida por estrangeiros) já ronda os 90%. E, se somarmos a dívida das empresas públicas e os encargos previstos com as parcerias público-privadas,  a dívida pública total já ultrapassou os 120% do PIB.
 
 Com este nível de endividamento, sair do euro para desfrutar das desvalorizações de um novo escudo seria um autêntico suicídio económico e um passo de gigante para a bancarrota do país. Porquê? Porque a nossa dívida externa tornar-se-ia ainda mais insustentável, e, ainda por cima, não teríamos mais o apoio ou a tolerância dos nossos parceiros. europeus Por isso, quem tiver qualquer veleidade em sair do euro, é melhor que primeiro tenha um programa de saneamento das contas públicas nacionais, bem como um plano para fazer diminuir a nossa dívida externa. O problema é que, quando tal acontecer (i.e., quando conseguirmos resolver os desequilíbrios das nossas finanças públicas e diminuir o peso da dívida externa), os benefícios de uma saída da moeda única talvez já não sejam tão evidentes.
publicado por Ricardo Vieira às 22:11
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