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Vejo-te a ti No meu coração És aquela que Toca a música Chamada Amor És aquela Que me faz vibrar, Que me faz estremecer, Viver e aprender. És a minha musa inspiradora És a fonte da minha vida, do meu ser, Obrigado por seres quem és. Ricardo Vieira
Segunda-feira, 7 de Setembro de 2009

O Papel das Universidades no Desenvolvimento do Tecido Empresarial

Para além de formar quadros para o tecido empresarial, as Universidades, por disporem de professores e investigadores num esforço contínuo de criação de conhecimento, estão especialmente habilitadas para o desenvolvimento de soluções e para a realização de descobertas úteis ao tecido empresarial. O potencial de utilidade da investigação universitária é evidente perante os valores que a exploração comercial dos resultados da investigação universitária tem gerado: A Universidade de Michigan realizou 160 milhões de dólares a partir de duas patentes relacionadas com o tratamento de problemas oncológicos, a Universidade da Flórida conseguiu gerar 37 milhões de dólares com a patente relacionada com a bebida energética Gatorade e a Universidade de Iwoa vendeu os direitos de utilização do algoritmo FA por 27 milhões de dólares. Casos como estes têm incentivado as universidades ao desenvolvimento do processo de transferência de conhecimento e tecnologia para o tecido empresarial. Com efeito, não só as empresas, pressionadas pela crescente concorrência nos seus mercados, têm necessidade de inovar nos seus produtos e processos, mas também as universidades necessitam de novas fontes de receita capazes de fazer face à escassez de recursos públicos provenientes do orçamento do estado.

 

As Soluções baseadas no Conhecimento Científico

 

A aplicação do conhecimento científico no melhoramento do desempenho empresarial pode ser fomentada quer por medidas de carácter geral que podem ser tomadas a nível governamental, quer por medidas específicas, que podem ser tomadas pelos agentes envolvidos no processo de transferência de conhecimento e tecnologia, tais como Investigadores, Unidades de Transferência de Tecnologia, Incubadoras, Gestores de Empresas, e Gestores de Universidades.

 

Centrando o presente texto nas medidas específicas, devemos considerar os factores com influência na eficiência e eficácia do processo de transferência de conhecimento e de tecnologia que, segundo um estudo publicado na revista Research Policy, serão:

 

(1) Universidades com uma forte orientação para a investigação aplicada e com menores exigências de tempo de ensino apresentam uma maior propensão para registar patentes e criar spin-offs;

 

(2) As áreas científicas mais envolvidas na transferência de conhecimento e tecnologia são as áreas da economia, gestão de empresas, ciências naturais, engenharia e medicina;

 

(3) A existência de uma Unidade de Transferência de Tecnologia é particularmente relevante para o estabelecimento de contactos informais entre os Investigadores e as Empresas, verificando-se também que a existência destas entidades está positivamente associada a um desempenho superior das universidades no que concerne ao número de patentes, de licenciamentos, e de spin-offs.

 

O contributo das Unidades de Transferência de Tecnologia para o melhor desempenho a nível de patentes, licenciamentos e spin-offs consegue-se pela monitorização da oferta tecnológica das universidades e pela apresentação da mesma ao meio empresarial, promovendo assim a investigação aplicada e o empreendedorismo. Por outro lado, as Unidades de Transferência de Tecnologia devem identificar as necessidades e solicitações tecnológicas da indústria, promovendo a sua divulgação na comunidade académica e impulsionando o desenvolvimento de novas soluções tecnológicas que satisfaçam as necessidades das empresas, estimulando assim a inovação empresarial.

publicado por Ricardo Vieira às 22:48
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Sábado, 5 de Setembro de 2009

Défice das contas públicas duplicou de Janeiro a Julho

O Ministério francês das Finanças anunciou hoje que o défice da Administração Central duplicou nos últimos 12 meses, relativamente aos sete primeiros meses do ano em variação homóloga.

A despesa subiu bruscamente e a taxa de rendimento baixou 23,5 por cento, adiantou a fonte

Nos sete primeiros meses do ano, o défice subiu para os 109 mil milhões de euros, contra 51,4 mil milhões de euros no período homólogo de 2008, um mês antes de se ter dado o colapso do banco norte-americano de investimento Lehman Brothers, que foi o prenúncio da queda do sistema.

O ministério francês adiantou que a diferença de um ano para o outro pode ser explicada sobretudo pelo peso da situação económica inerente à descida dos rendimentos, e por via das diferentes medidas de suporte à economia, descida equivalente a 25,8 mil milhões de euros.

As últimas estimativas oficiais francesas apontavam para um défice recorde de 140 mil milhões de euros no final deste ano.

A 31 de Julho, as receitas do orçamento ascendiam a 138,8 mil milhões de euros, contra 175 mil milhões no mesmo período de 2008, o que representa uma queda de 23,5 por cento.

publicado por Ricardo Vieira às 21:44
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Sexta-feira, 4 de Setembro de 2009

BCE acredita que a economia vai começar a crescer em 2010

A economia dos países da Zona Euro vai crescer 0,2% em 2010. O Banco Central Europeu reviu, ontem, quinta-feira, em alta a previsão de crescimento para o próximo ano e corrigiu as estimativas económicas para 2009. Também na visão da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico haverá melhorias nas economias ainda este ano.

O BCE acredita que a Eurozona vai sofrer uma contracção de 4,1% este ano, mostrando-se menos pessimista do que nas previsões anteriores, nas quais apontava para um recuo do Produto Interno Bruto (PIB) de 4,6% no final deste ano e previa um recuo da economia de 0,3% em 2010. O presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, adiantou que a economia da Zona Euro e as restantes dão "sinais crescentes de estabilização" que permitem prever uma retoma "progressiva" da conjuntura. Trichet defendeu, no entanto, que "as incertezas continuam a ser elevadas".

O BCE decidiu, ainda, manter o nível das taxas de juro directoras em 1% por considerar que "é apropriado para o momento actual".

Igualmente mais optimistas são as novas estimativas da OCDE para a economia da Zona Euro e do Japão, que na análise da Organização deverão assinalar quedas menos acentuadas em relação às previsões do início do Verão. A OCDE mantém para os EUA as estimativas de melhoria que já referiu em Junho. Numa revisão intermédia da informação semestral, a OCDE prevê que o PIB da Zona Euro recue 3,9% este ano (antes previa 4,8% de queda), e que a economia japonesa desça 5,6% (em Junho previa 6,8% de recuo).

publicado por Ricardo Vieira às 23:24
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Quarta-feira, 2 de Setembro de 2009

A União Europeia e os últimos Alargamentos

O Muro de Berlim caiu na noite de 9 de Novembro de 1989 depois de 28 anos de existência. Este acontecimento levou ao desmoronamento dos regimes de ideologia comunista e a desintegração da União Soviética, em Setembro de 1991, estiveram na base dos alargamentos a leste da União Europeia. A perspectiva de revitalizar e unificar a Velha Europa fora os argumentos usados para que os países do Leste Europeu aderissem à Comunidade dos Países Europeus.

Assim a União cresceu para Leste, os países que quiseram aderir à União Europeia tiveram de passar por vários critérios e fases, também foi-lhes dada assistência para se integrarem na União Europeia.
Foi criado o Phare em 1998, este foi o principal instrumento de cooperação financeira e técnica da Comunidade Europeia com os países da Europa Central e Oriental (PECO).
Assim a União deu-lhes assistência na pré-adesão (para os dez países candidatos, já em fase final) que se traduziu em:
·         Apoios no âmbito do Programa Comunitário Phare;
·         Apoios ao investimento nos domínios do ambiente e dos transportes (Programa Comunitário ISPA);
·         Ajudas ao desenvolvimento rural e agrícola (Programa Comunitário SAPARD).
No Tratado de Copenhaga de 1993 foram estabelecidos pelo Conselho Europeu os Critérios de Copenhaga, estes são os critérios que os países candidatos a membros têm que cumprir para poderem integrar a União Europeia. Estes critérios agrupam-se em:
·          Critérios políticos, que visam a estabilidade das instituições, o respeito pela Lei, pelos direitos Humanos e protecção das minorias;
·          Critérios económicos, que visam a exigência de uma economia de mercado e a capacidade de enfrentar quer a concorrência quer as leis do mercado;
·           Transposição do acervo comunitário, em que cada país tem que ter a capacidade para assumir as obrigações decorrentes da adesão, incluindo a partilha dos objectivos da união politica, económica e monetária.
Também a União teve de se preparar para a recepção de novos povos, então, foi criado a Agenda2000 que consistia em reforçar o crescimento, a competitividade e o emprego, modernizar as políticas fundamentais e - através do alargamento para Leste - estender as fronteiras da União até à Ucrânia, Bielorrússia e Moldávia.
          O alargamento da EU representa, para alguns, uma oportunidade histórica para:
·         Unir a Europa
·         Estender a estabilidade e a prosperidade a um maior número de Estados
·         Consolidar a transição política e económica, de que tem sido alvo, desde 1989, aos países do centro e leste Europeu;
·         Alargar o mercado comum, favorecendo o investimento e a criação de emprego;
·         Aumentar a influência da EU no contexto mundial.
Por fim estes dois últimos alargamentos também contribuíram para o reforço da Comunidade no contexto Mundial. Assim estes alargamentos traduzem um conjunto de vantagens que passam:
·         Pelo aumento da sua influência nos assuntos mundiais;
·         Pela promoção do crescimento económico, o que proporcionara novas oportunidades aos trabalhadores e às empresas;
·         Pelo alargamento do mercado único de cerca de 370 milhões para 490 milhões de consumidores;
·         Pelo aumento da qualidade de vida dos cidadãos europeus;
·         Pelo aumento da diversidade cultural e do intercâmbio de ideias/conhecimentos;
·         Pela promoção dos valores como a paz, a segurança, a democracia e os Direitos do Homem;
·         Por constituir um exemplo para as potencias das boas praticas na ajuda entre países;
·         Por garantir o desenvolvimento sustentável, visando um crescimento duradouro e um aproveitamento racional dos recursos mundiais;
·         Por assumir responsabilidade na gestão da globalização, assegurando a distribuição mais equitativa da riqueza.
E também a União redefiniu os seus contornos fronteiriços facilitando as trocas comerciais e as relações com os países mais a leste, assim a União tem novos limites que são:
·         Aproximação da EU da Rússia, da Ucrânia, da Bielorrússia e da Moldávia, permitindo o acesso ao mar Negro, o que intensificara os contactos com os países do Cáucaso e da Ásia Central;
·         Contribuição para a uma maior estabilidade na região dos Balcãs;
·         Reforçarão as relações da EU com os seus parceiros mediterrânicos.
 
 
Portugal e o Alargamento: Consequências
            Os impactos para Portugal do alargamento da EU aos países da Europa Central e Oriental (PECO) e os países do Mediterrâneo (Chipre e Malta) acabam por traduzir algumas dificuldades, sobretudo de cariz económico, das quais se destacam:
·         O aumento da concorrência comercial;
·         O desvio de fluxos de investimento;
·         A redução da intensidade dos apoios comunitários;
·         O aumento do carácter periférico.
É claro que não devemos ver sempre a perspectiva pessimista dos alargamentos, pois estes traduzem para Portugal algumas oportunidades e vantagens para o nosso país, assim temos novas oportunidades para as empresas e para os grupos económicos e financeiros e o aumento do investimento português nestes países, na medida em que os 12 novos Estados-membros constituem economias emergentes.
            No entanto Portugal tem de desenvolver algumas iniciativas de forma a reverter o seu carácter periférico no seio da EU:
·         Incentivar empresários com iniciativa e prestar os apoios necessários para a internacionalização;
·         Aproveitar todas as vantagens proporcionadas pelo alargamento do mercado;
·         Modernizar e aumentar a competitividade dos sectores produtivos, aumentando a capacidade de exploração;
·         Aproveitar a sua experiencia nos serviços (banca, seguros), importante para estes países.
 
Tendo em conta o Vale do Ave, os últimos alargamentos têm sido vistos como um atentado à economia local. O nível de instrução/formação dos povos de Leste, o baixo valor salarial pago pelas entidades patronais e as facilidades de criação de empresa e na aquisição de ajudas comunitárias, do nosso Estado e dos Estados onde as empresas se localizam, levam a que as nossas empresas nomeadamente as têxteis e as de calçado a deslocalizarem-se para os países de leste.
Assim as elevadas taxas de desemprego no Vale do Ave e a perda de mais de 50% do tecido empresarial e produtivo da nossa região.
Muitos dos desempregados e mesmo os empregados dizem que a entrada de Portugal para União Europeia e Monetária foram os principais responsáveis pela degradação da nossa economia.
No entanto sabemos que actual crise não deriva só das deslocalizações das empresas mas sim das más gestões das empresas, dos bancos e até mesmo dos consumidores que não conseguiam gerir os seus orçamentos familiares.  
 
Este texto faz parte de um estudo realizado por Ricardo Vieira, "A integração de Portugal na União Europeu: novos desafios, novas oportunidades"
publicado por Ricardo Vieira às 23:15
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Terça-feira, 1 de Setembro de 2009

Baião: Hospital nega morte cerebral de ferido grave

Depois de ontem ter vindo a publico as estatísticas sobre as mortes nas estradas portuguesas, hoje, acontece mais um grave acidente que acresce à taxa de mortalidade nas estradas, será que ninguém percebe a gravidade destes problemas, incrível, apenas lamento todos aqueles que morrem e manifesto o meu apoio à aqueles que perderam os seus familiares.

Incrível a falta de cuidado que existe quer pelas entidades reguladoras quer pelas pessoas que não fazem cuidado nenhum para salvaguardar as vidas.

Incrível.

O chefe de equipa dos Cuidados Intensivos do Hospital de São João não confirma a informação - avançada por familiares - de que o jovem de 16 anos envolvido no acidente desta manhã está em morte cerebral. Segundo o Hospital, o jovem está em estado "muito crítico". O primo deste ferido, um rapaz de 15 anos também internado no Hospital de São João, encontra-se em estado estável.
As informações dadas pela família do rapaz de 16 anos internado no hospital de São João e pelo próprio hospital não são coincidentes. O DN chegou a ter informação de que o jovem estaria em morte cerebral, mas o chefe de equipa dos Cuidados Intensivos da instituição desmentiu, dizendo apenas que a vítima se encontra em estado "muito crítico".

Acidente provocou quatro mortos e três feridos graves

Uma colisão entre um veículo ligeiro e um comboio ocorrida cerca das 6:00, numa passagem de nível sem guarda na Linha do Douro, em Baião, provocou quatro mortos e três feridos graves.

O autarca local diz que o acidente deve ter como causa uma distracção do condutor, num local de elevada perigosidade.

No caminho para o hospital de Penafiel, uma ambulância com dois dos feridos sofreu um acidente.

Dois dos feridos graves deram entrada no Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, em Penafiel, e estão "estáveis" apesar da gravidade dos ferimentos.

Um rapaz de 16 anos, politraumatizado, foi transportado para o Hospital de S. João, no Porto e está em estado "muito crítico", segundo o hospital.

A colisão deu-se no lugar de Ponte Quebrada, freguesia de Santa Leocádia, concelho de Baião.

As vítimas mortais são o presidente da Junta de Freguesia de Santa Leocádia, Manuel Guedes, de 55 anos,  Sérgio Joaquim Vieira Pereira (55 anos), condutor e proprietário do veículo, Manuel Joaquim Monteiro Lucas (67 anos) e Filomena Rosa Rodrigues Carvalho Pereira (63 anos).

No hospital de São João no Porto permanece internado um adolescente de 15 anos em estado estável, primo do jovem de 16 anos em estado crítico. No Hospital Padre Américo, em Penafiel, está uma mulher de 60 anos.

Doentes clinicamente estáveis

Em declarações à Lusa, o director do Serviço de Urgência do Hospital de Penafiel, Paulo Santos, disse que um dos feridos, um jovem de 15 anos, apresenta "traumatismo craniano" mas encontra-se "clinicamente estável".

O segundo ferido que ali deu entrada, uma mulher de 60 anos politraumatizada, encontra-se em "estado grave mas estável".

"Neste momento, ambos estão a fazer exames auxiliares de diagnóstico, encontrando-se sob vigilância clínica", acrescentou, citado pela Lusa.

Local perigoso e distracção fatal

Segundo o presidente da câmara de Baião, em declarações à SIC Notícias, o acidente deve ter ocorrido devido a uma distracção do condutor, mas avisa que a passagem de nível onde se deu o acidente "é perigosa e já devia estar fechada há muito".

Ambulância acidentada e bombeiros feridos

A ambulância que transportava para o Hospital de Penafiel dois dos três feridos graves sofreu um acidente que provocou ferimentos nos três bombeiros que seguiam a bordo.

Fonte da corporação adiantou à Lusa que o acidente ocorreu na portagem (A4) de Guilhufe, Penafiel, no caminho para o Hospital, mas "não agravou a situação dos dois feridos graves que transportava".

"Foi uma colisão lateral na zona da portagem e os três bombeiros ficaram feridos, dois deles ainda estão em observação e um já teve alta", disse à Lusa o 2.º comandante do Bombeiros de Baião, Orlando Rodrigues, que está a coordenar as operações.

De acordo com Orlando Rodrigues, "suspeita-se que um dos bombeiros tenha sofrido uma lesão cervical". O socorro aos bombeiros e aos feridos transportados na ambulância sinistrada foi prestado pela Cruz Vermelha.

O acidente com a ambulância ocorreu a menos de 500 metros do Hospital de Penafiel.

 
publicado por Ricardo Vieira às 22:15
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