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Vejo-te a ti No meu coração És aquela que Toca a música Chamada Amor És aquela Que me faz vibrar, Que me faz estremecer, Viver e aprender. És a minha musa inspiradora És a fonte da minha vida, do meu ser, Obrigado por seres quem és. Ricardo Vieira
Sexta-feira, 31 de Outubro de 2008

Cada euro gasto com o Tribunal de Contas permite poupar oito

As acções de controlo do Tribunal de Contas permitem aos portugueses poupar oito euros por cada euro que gastam com esta instituição que fiscaliza as contas públicas.

Na intervenção que fez na conferência sobre o Dia Mundial da Poupança, Guilherme d'Oliveira Martins disse que o "Tribunal vem dando especial importância à identificação e medição do impacto financeiro das suas acções de controlo".

Referindo-se às poupanças dessas acções para o erário público, o presidente do Tribunal de Contas (TC) afirmou que se verifica "por cada euro gasto um ganho médio de oito euros".

Em declarações aos jornalistas, à margem da conferência, o presidente do TC disse ainda que "o valor da poupança não está a ser suficientemente considerado nas sociedades actuais", notando que "Portugal não foge à regra".

"É indispensável que seja incentivada [a poupança]", referiu o mesmo responsável, num discurso em que notou que "a desvalorização sistemática da poupança e o elogio consumista gerou o endividamento descontrolado".

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publicado por Ricardo Vieira às 22:08
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Quinta-feira, 30 de Outubro de 2008

Sócrates:"Magalhães é o computador Tintim: dos 7 aos 77"

O nosso Primeiro Ministro José Socrates para além de ser um suposto Engenheiro também tirou uma licenciatura ligada ao Markting, hoje na cimeira Ibero-Americana fez um discurso em que 5 minutos deste eram para fazer promoção ao Magalhães que é o computador português e que a partir do proximo será 100% nacional.

Sócrates durante este tempo de promoção e de apresentação aos mais de 20 Chefes de Estado presentes elogiando o Magalhães com todo o tipo de adjectivos dizendo «o primeiro grande computador ibero-americano» acrescentado ainda «espécie de Tintim: para ser usado desde os 7 aos 77 anos».

«Não precisam de mais nada» reforçando ainda que o Magalhães é um «computador de última geração», que contem um processador Intel, construído em Portugal e que está a ser distribuído nas escolas do ensino Básico em Portugal.

« Foi pensado para as crianças e por isso é resistente ao choque. O Presidente Hugo Chavez já o atirou ao chão e não o conseguiu partir», despertando assim uma gargalhada por parte dos Chefes de Estado.

Durante o discursos de Sócrates os governantes presentes na Cimeira estavam entretidos a navegar na internet através do Magalhães, alguns iam vendo a transmissão televisiva feita da Cimeira e até o anfitrião da Cimeira António Saca disse que para o próximo ano iria utilizar o Magalhães como instrumento de trabalho na Cimeira a realizar-se em Portugal.

Também Filipe Calderon, presidente do México, destacou a importância do Magalhães para aprendizagem dos mais novos na escola e também para estarem mais prontos para o futuro aderindo assim mais rápido e de uma maneira mais simplificada as novas tecnologias.

Este «momento de promoção», como lhe chamou Sócrates, durou quase 6 minutos e referindo que «só a educação permite o sucesso económico»

« O investimento em educação é aquele que pode oferecer um maior retorno, uma maior igualdade de oportunidade aos jovens e ser um trunfo importante de inclusão e participação na vida democrática», reforçou.

Na pratica o Magalhães foi um investimento muito caro para o país mas que se tudo correr como o previsto poderá tornar-se um lucro significativo para a nossa economia porque não há mais nenhuma empresa ou país a produzi-lo é totalmente exclusivo nosso. O sucesso deste será o nosso sucesso.

 

                                                                                              Ricardo Vieira

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publicado por Ricardo Vieira às 18:44
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Quarta-feira, 29 de Outubro de 2008

População e Forças Armadas fogem aos rebeldes no Congo

Elementos das Forças armadas da República Democrática do Congo abandonaram a cidade de Goma, leste do país, capital provincial do Kivu Norte, perante o avanço dos rebeldes, segundo fontes militares e habitantes da província.

"Está terminado", declarou uma fonte militar, referindo-se aos confrontos que opõem as Forças armadas da República Democrática do Congo (FARDC) aos rebeldes do Congresso Nacional para a Defesa do Povo (CNDP), dirigidos pelo general tutsi Laurent Nkunda.

A mesma fonte militar precisou que as FARDC vão agora reunir-se em Minova, entre Goma e Bukavu - que distam entre si cerca de 100 km.

"Não há um único militar na cidade", anunciou um habitante de Goma, sob anonimato.

Os tanques de combate das forças governamentais que regressam da frente do norte de Goma "seguem na direcção" de Bukavu, capital provincial do Kivu Sul, acrescentou.

De acordo com outro habitantes, os helicópteros da Guarda Republicana (GR, guarda presidencial) deslocaram-se rumo ao Kivu Sul, fronteira com o Ruanda.

Também os habitantes de Goma começaram hoje a fugir da cidade, em virtude do deslocamento dos militares, anunciaram à AFP autoridades locais. 

"As pessoas estão em fuga e a cidade em pânico", afirmou o governador da capital provincial do Kivu Norte, Julien Paliku, contactado por telefone a partir de Kinshasa.

Segundo Julien Paliku, "tomados de medo" por causa dos combates, os habitantes foram deslocados a uma dezena de quilómetros ao norte de Goma - um fluxo de pessoas que "criou o pânico entre a população".

 Os barcos que ligam Goma, no extremo norte do lago Kivu, a Bukavu, estão a ser tomados de assalto pelos habitantes de Goma em fuga, de acordo com os serviços marítimos.

"Muitas pessoas fogem de Goma por barco em direcção a Bukavu com as suas famílias", precisou um dos responsáveis na capital do Kivu Sul.

O Alto Comissariado das Nações Unidas para os refugiados (HRC) anunciou hoje que tem distribuído assistência humanitária a cerca de 30 mil pessoas deslocadas pela ofensiva rebelde.

"Uma equipa do HCR está de regresso ao campo (de deslocados) de Kibati", a cerca de dez quilómetros a norte da província de Kivu Norte, disse à AFP o porta-voz do HRC, Ron Redmond.

Membros do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e do Programa Alimentar Mundial (PAM), também estão presentes, frisou Ron Redmond.

O campo de Kibati comportava hoje de manhã perto de 45 mil pessoas deslocadas pelo avanço dos rebeldes do movimento de Laurent Nkunda.

publicado por Ricardo Vieira às 19:32
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Terça-feira, 28 de Outubro de 2008

Privados vão gerir edifícios históricos abandonados

Concessão. Estado tem 4400 imóveis ao serviço

Imóveis em abandono podem ser usados para cafés ou discotecas

Os edifícios históricos, culturais ou religiosos, como igrejas, castelos ou fortalezas, em estado de abandono ou semiabandono e até agora no domínio público, podem ser concessionados aos privados, de acordo com proposta de lei, desde ontem em discussão pública até ao final de Novembro. Os privados podem também pedir a "desafectação do domínio público" de instalações do Estado, como quartéis ou armazéns.

A proposta, ontem apresentada por Carlos Costa Pina, secretário de Estado das Finanças, prevê que as autarquias possam também concessionar aos privados infra-estruturas rodoviárias, como estradas ou mesmo pontes, fornecendo "legislação chapéu" para regular as concessões. Os imóveis classificados, do Estado, podem ser concessionados "a quem tem recursos e capacidades", afirmou Carlos Costa Pina. Poderão ser entregues aos privados, "com regras", respeitando a identidade cultural ou histórica do imóvel. Mas , isto não impede, de acordo com especialistas, que os imóveis possam ter "uma exploração comercial", como "restaurantes, cafés, pontos de venda, ou mesmo discotecas".

A legislação, que desde ontem está em discussão pública, permite mesmo a constituição de garantias reais sobre os imóveis para financiar obras de conservação, podendo as hipotecas bancárias recair sobre o "direito de concessão".

Carlos Costa Pina, secretário de Estado das Finanças, admite a constituição de fundos com imóveis do Estado, em 2009, "com vista a rentabilizar o património". Ontem, as Finanças, em cerimónia de apresentação da proposta de lei sobre bens do domínio público, divulgaram que os administração pública ocupa cerca de 4400 imóveis, com área bruta global da ordem dos 7,9 milhões de metros quadrados. Destes, cerca de 2680 são imóveis estatais, sendo os restantes arrendados a privados.

O recenseamento dos imóveis do Estado, documento ontem parcialmente divulgado pelas Finanças, conclui pela "maior eficiência na ocupação de imóveis arrendados" - o Estado está a pagar, em média, 11 euros por metro quadrado - e por um "potencial significativo de libertação de espaço excedentário" face à área útil média de 50 metros quadrados por colaborador".

Assim, até Março do próximo ano, os ministérios terão de relatar às Finanças os imóveis a libertar "tendo por referência o período de 2009 a 2012", o que deverá resultar em vendas de imóveis. Os ministros terão, também de elaborar planos de conservação e e reabilitação dos edifícios públicos.
                                                                                          Ricardo Vieira
                                                                     
publicado por Ricardo Vieira às 20:51
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Segunda-feira, 27 de Outubro de 2008

O preço do petróleo baixa para a fasquia dos 60 dólares por barril.

Hoje às 8h30 quando abriram os mercados o barril de petróleo começou negociado a baixo da barreira dos 60 dólares por barril cerca de (47€), já ça vai um ano quando o preço do petróleo não era vendido a estes valores.

A explicação encontrada pelos economistas e pela equipa do critica é que o compradores de barris estam com medo de uma recessão económica mundial, levando a que os mercados fechem mais um dia a vermelho.

Na ultima reunião da OPEP, ficou acordado que a partir do próximo dia 1 de Novembro haverá um abaixamento na produção de barris cerca de 1,5 milhões por dia. 

Mesmo assim os compradores não querem comprar mais e a "recta"  da procura continua a descer levando a economia com ela pró buraco.

Com esta quebra o petróleo está a ser vendido a baixos preços mas os preços dos combustíveis vendidos nas gasolineiras ainda não baixou e isto é mau também para aqueles que andam de carro todos os dias. Os donos das gasolineiras dizem que quando compraram o petróleo ele estava a preços altos, logo dizem que não podem baixar os preços porque iriam perder dinheiro, mas eles também se esquecem que também pagamos o combustível a preços altos quando ele estava alto e que ainda está. Mas enfim, infelizmente não somos nós que proclamamos as leis nem somos nós quem dá a última palavra.

                                                     

                                                                                           Ricardo Vieira

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Sexta-feira, 24 de Outubro de 2008

Marcada 'manif' contra aumentos salariais

A Frente Comum dos sindicatos da Administração Pública vai realizar uma manifestação nacional a 21 de Novembro, contra os aumentos salariais de 2,9% propostos pelo Governo para 2009.

Segundo a dirigente sindical Ana Avoila, a Frente Comum "não aceita os argumentos do Governo" para insistir no aumento de 2,9% nos salários tendo por base uma previsão de inflação de 2,5%.

"Desde 2006, os trabalhadores já perderam 5,1% do seu poder de compra por via de falhas na previsão de inflação deste governo", acusou a dirigente

Ana Avoila falava no final de uma cimeira da Frente Comum para discutir os aumentos salariais para 2009 na Função Pública, cuja negociação com o Governo teve início quinta-feira, com a apresentação de propostas, e será retomada a 6 de Novembro.

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CGD, BCP, BES, BPI e Totta admitem recorrer à garantia do Governo

CGD, BCP, BES, BPI e Santander Totta admitiram, esta sexta-feira, recorrer à garantia de 20 mil milhões de euros que o Governo criou para a ajudar à estabilização do sistema financeiro. O Governo regista com agrado o acolhimento positivo da banca a esta medida.

O comunicado do BES publicado pela Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) diz que o Grupo Banco Espírito Santo "considera solicitar a utilização do sistema de garantias nas condições previstas na referida Portaria no âmbito do seu plano financeiro para 2008/2009".

O BCP, também em comunicado, admite que vai ponderar o recurso a essa garantia. "BCP prevê proceder à emissão de dívida relativamente à qual será considerada a solicitação de garantia pelo Estado ao abrigo da Lei n.º 60-A/2008, de 20 de Outubro, e da Portaria n.º 1219-A/2008, de 23 de Outubro".

A decisão final do BCP dependerá das "condições relevantes de mercado e das alternativas disponíveis".

O BPI admitiu igualmente que pode vir a recorrer ao pacote de garantias do Estado de 20 mil milhões de euros.

O mesmo informou o Santander Totta, "no âmbito do regime extraordinário para a concessão de garantias pessoais do Estado Português ao sistema financeiro (...), que visa o reforço da estabilidade financeira e da disponibilização de liquidez nos mercados financeiros".

O banco adianta que a decisão de recorrer à garantia "depende da análise circunstancial do mercado e opções disponíveis".

Também a Caixa Geral de Depósitos (CGD) admite que "poderá vir a equacionar, se as respectivas condições lhe forem favoráveis, realizar uma emissão obrigacionista garantida, contribuindo, desta forma, para a redinamização dos mercados".

A CGD refere ainda que "tem acedido aos mercados financeiros internacionais com relativa normalidade, face á elevada qualidade da sua notação de rating".

Governo agradado

O ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, manifestou-se "agradado" pelo facto dos principais bancos portugueses acolherem de forma positiva a garantia de 20 mil milhões de euros prestada pelo Estado.

"O Governo regista com agrado o acolhimento positivo que a concessão de garantias por parte do Estado está a merecer por parte das principais instituições de crédito que operam no nosso mercado", afirmou Teixeira dos Santos.

As instituições de crédito que queiram beneficiar deste regime de garantias terão que apresentar um "pedido de concessão" junto do Banco de Portugal e do Instituto de Gestão de Tesouraria e de Crédito Público (IGCP).

Posteriormente, essas duas entidades vão analisar o pedido e emitir uma "proposta de decisão" e uma análise do risco de crédito, cabendo depois ao ministro das Finanças emitir a autorização final, um processo que o secretário de Estado do Tesouro disse que deverá ser "célere".

A partir daí, caso façam, por exemplo, uma emissão obrigacionista, podem beneficiar da cobertura do Estado, o que significa que a emissão tem um menor risco e, por isso, um menor custo já que se o banco não conseguir cumprir os compromissos, o Estado assegura-os.

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Quinta-feira, 23 de Outubro de 2008

Petróleo acentua ganhos e avança mais de 4% em Londres

Os preços do petróleo acentuaram a tendência de subida e seguem a ganhar mais de 4% no mercado londrino. A possibilidade de a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) poder proceder amanhã a um corte da sua produção em dois milhões de barris por dia está a sustentar as cotações.

O contrato de Dezembro do Brent do Mar do Norte, crude de referência para a Europa, seguia a ganhar 4,01% no mercado londrino, para os 67,11 dólares por barril, depois de já ter estado a descer 0,81% (64 dólares).

O West Texas Intermediate (WTI), “benchmark” para os Estados Unidos subia 3,67% para 69,20 dólares.

O presidente da OPEP, Chakib Khelil, afirmou hoje em Viena que o cartel não pretende infligir sofrimento aos países consumidores de petróleo e que a decisão de amanhã terá como objectivo equilibrar os interesses tanto dos produtores como dos consumidores.

No entanto, Khelil afirmou, citado pela Reuters, que prefere ver o crude nos 90 dólares por barril, de forma a assegurar a prossecução dos projectos petrolíferos e gasíferos que estão em curso. “Precisamos do petróleo nos 90 dólares para continuarmos a desenvolver esses projectos”, salientou.

Segundo o “Houston Chronicle”, aquele mesmo responsável disse que preços do crude entre os 60 e os 90 dólares por barril não irão deteriorar o abrandamento económico global. Os projectos petrolíferos em areias betuminosas requerem preços a 90 dólares por barril para serem viáveis e a perfuração em águas ultra-profundas exige que o crude esteja pelo menos a 70 dólares, referiu Khelil, citado por aquele jornal.

Khelil adiantou ainda que quaisquer cortes da OPEP poderão ter de ser escalonados em várias fases. “Há provavelmente várias decisões a tomar ao longo do tempo para podermos realmente ajustar os preços”, afirmou à Reuters.

“A crise financeira vai ter impacto sobre a oferta de petróleo nos próximos dois anos e claro que terá também impacto sobre os preços do crude durante esse mesmo período, independentemente do que façamos agora”, sublinhou o presidente do cartel.

Irão defende corte de dois milhões de barris por dia

O ministro iraniano do Petróleo, Gholamhossein Nozari afirmou entretanto que a OPEP deve “equilibrar” o mercado, depois da queda de 53% das cotações desde os máximos históricos atingidos a 11 de Julho acima dos 147 dólares por barril, tendo sugerido que a redução do plafond de produção ascenda aos dois milhões de barris diários, segundo a Bloomberg.

Rafael Ramirez, ministro venezuelano do Petróleo, veio também hoje dizer que a OPEP tem de proceder imediatamente a um corte significativo da sua produção. “Obviamente que apoiamos uma redução da produção”, comentou em Viena, citado pela Bloomberg.

A Arábia Saudita é que continua a ser a grande incógnita. O ministro saudita do Petróleo escusou-se a dar sinais de apoio à possível redução da produção por parte do cartel. “Quem é que falou em cortes de produção?”, respondeu Ali al-Naimi quando lhe perguntaram hoje em Viena se apoiava a possibilidade de o grupo reduzir a sua produção amanhã. “Os preços serão determinados pelo mercado”, respondeu à Bloomberg.

 

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Quarta-feira, 22 de Outubro de 2008

Spa põe cobras a fazer massagens

O primeiro pensamento quando se fala de cobras não é agradável, muito menos relaxante, para a maioria das pessoas. Mas, em Israel, um Spa oferece uma massagem por cobras.

Veja o video.

 

Ao que se sabe, já há muita gente a optar por este tipo de relaxamento, mas é de crer que quem escolhe este SPA esteja pronto para tudo ao franquear as portas onde se lê: Quinta de Plantas Carnívoras de Ada Barak.

A empresária radical vive, essencialmente, das visitas à quinta para verem as plantas carnívoras, que devoram um pouco de tudo, desde insectos a pequenos mamíferos. Também repteis, cada vez menos, por certo, dado que estes têm tido uma vida mais descansada nos últimos tempos.

A ideia das massagens por cobras começou quando se acendeu uma luz no fim de mais uma rotineira exibição diária. Por norma, Ada Barak costumava passar uma cobra pelo corpo dos visitantes mais audazes, depois de resgatar o réptil às plantas carnívoras.

"Algumas pessoas disseram que segurar as cobras as fazia sentir mais relaxadas", conta Ada Barak, em declarações à revista Time. "Uma senhora de idade disse mesmo que sentia carícias, como compressas frias", acrescentou.

O tratamento, que custa cerca de 60 euros, evoluiu para uma combinação de cobras maiores e menores. "As pessoas o adoram ou odeiam", acrescentou Ada Barak.

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Terça-feira, 21 de Outubro de 2008

"Deduções de juros da casa no IRS sobem até 50%"

Impostos. As deduções à colecta aumentam 50% nos dois primeiros escalões, 20% no terceiro e 10% no quarto escalão. Governo prepara possibilidade de baixar em 15% o imposto sobre imóveis (IMI) ao facilitar as reavaliações

Aumentos salariais superiores à inflação, que serviram de guia para actualização dos escalões em IRS, resultam em aumentos de impostos?

Se alguém tem um ganho superior à inflação, significa que em termos relativos está a ganhar mais no próximo ano. Quem ganha mais tem uma consequência, ao nível do IRS, que é pagar mais. Isso sempre foi assim.

Simulações indicam aumentos de imposto para quem não tenha encargos de juros com habitação. Concorda?

Não há qualquer aumento de IRS. E tal é inequívoco, independentemente da perspectiva que se adopte.

Haverá acréscimo de deduções de juros com habitação? Qual a extensão?

Haverá majorações [aumentos] à colecta de 50% nos primeiros dois escalões do IRS, de 20% no terceiro e 10% no quarto, o que está integrado no pacote de medidas anticiclicas. Ou seja, teremos uma actualização progressiva com encargos à habitação. Numa perspectiva global a intenção foi manter o nível de tributação e favorecer aqueles que consideramos mais necessitados.

Majorações de juros vão distorcer o alcance social do imposto, já que haverá deduções de juros de empréstimos do tipo "multiopções", usados para consumo...

O Governo propõe à Assembleia da República algo que me parece do mais anticíclico feito nos últimos anos. Se temos um aumento dos juros com a habitação própria permanente, então daremos um alívio fiscal aos sujeitos passivos mais onerados. Não de forma igualitária, mas acentuando os benefícios aqueles que mais necessitam. Relativamente à possibilidade de dedução de juros indevidos, essa é uma questão de fiscalização e inspecção. A nossa acção inspectiva será reforçada.

Há criticas segundo as quais os efeitos finais da redução do IRC será em 2010...

Não seria só por ser em 2010 que não se tomaria a medida... A primeira medida foi baixar o IRC para 12,5% até aos primeiros 12500 euros de matéria colectável. Com esta alteração, Portugal fica com uma das taxas mais baixas da Europa, a nível de PME. Isto significa que haverá um alívio fiscal para as PME até um valor médio de proveitos de cerca de 400 mil euros. Mas há uma redução no esforço de tesouraria das PME já em 2009 , o que dará condições de expansão rápida das PME no próximo ciclo económico.

Mas em contrapartida, o pagamento por conta será aumentado para as grandes empresas.

Pretendemos que na autoliquidação não haja uma entrega tão avultada de imposto. Como temos sistematicamente verificado que a entrega em autoliquidação é sempre superior aquilo que se deveria, aumentamos o pagamento por conta para 90%. Mas esta questão deve ser relativizada, até porque há disposições fiscais que permitem efectuar os ajustamentos necessários nas entregas antecipadas do imposto.

O pagamento especial por conta terá de ser alterado...

Consideramos que não existe necessidade de efectuar uma revisão do pagamento especial por conta, no sentido jurídico.

A Administração Fiscal está com dificuldades em cumprir com a meta de conseguir uma receita de 1,5 mil milhões em cobranças coercivas. O objectivo é para manter?

Estou convencido que vamos atingir a meta dos 1,5 mil milhões de euros. Mas afirmo que cobrar 1,5 mil milhões em receita coerciva este ano, corresponde ao esforço de dois ou 2,3 mil milhões de euros no ano passado [a cobrança através de penhoras coerciva em 2008 foi de 1,6 mil milhões de euros].
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publicado por Ricardo Vieira às 18:35
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