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Vejo-te a ti No meu coração És aquela que Toca a música Chamada Amor És aquela Que me faz vibrar, Que me faz estremecer, Viver e aprender. És a minha musa inspiradora És a fonte da minha vida, do meu ser, Obrigado por seres quem és. Ricardo Vieira
Terça-feira, 30 de Setembro de 2008

Chumbo do plano Bush provoca caos em Wall Street

Crise. As bolsas dos EUA responderam com o pior dia desde o 'crash' de 1987 ao chumbo na Câmara dos Representantes do plano da Casa Branca para comprar os 'activos tóxicos' que já provocaram várias 'nacionalizações' nos EUA e, agora, na Europa

Proposta chumbou por 23 votos de diferença

Bastaram as decisões de 12 representantes do povo norte-americano para que as bolsas de Wall Street registassem o pior dia desde o crash de 1987. E para gerar o pânico a nível global de que se assista a uma "cascata" de falências ou "nacionalizações" de grandes instituições financeiras. O plano patrocinado pela Administração Bush teve 228 votos contra e 205 a favor na Câmara dos Representantes do Congresso dos EUA. Uma diferença de 23 votos.

O final da votação foi recebido com um profundo silêncio na sala de mercados de Nova Iorque. E com uma agitação a roçar a histeria na Câmara de Representantes. Durante 40 minutos, ainda se tentou alterar o sentido de voto de alguns membros, mas apenas dois reforçaram a coluna do "sim". Durante esses 40 minutos, já as quedas das bolsas de Nova Iorque tinham acelerado de -4% para -7% e -9%, com que fecharam a sessão, "limpando" 1,1 triliões de dólares (762 biliões de euros) do valor da bolsa do EUA.

Os republicanos - do partido do actual Presidente George W. Bush - dominaram a oposição à proposta, que já continha algumas das condições impostas ao plano inicial. Mas a votação foi dividida. 133 republicanos opuseram-se, tal como 95 democratas. O apoio veio de 140 democratas e 65 republicanos.

A oposição à maior injecção de dinheiro público (700 mil milhões de dólares) no sistema financeiro desde a Grande Depressão da década de 30 teve por base convicções políticas, com muitos dos representantes que votaram "não" a justificarem-se com a falta de apoio dos cidadãos que os elegeram. O argumento é de que não querem utilizar o dinheiro dos contribuintes para resolver os problemas provocados por maus investimentos dos profissionais de Wall Street. Como resumiu à Lusa o economista Ricardo Reis, da Universidade de Columbia, "o espírito por detrás do plano é antimercado, anticapitalista e antiliberal".

Já os representantes que votaram a favor do plano alertaram para o impacto da recusa em comprar os "activos tóxicos" espalhados pelo sistema financeiro mundial, aprofundando os danos que já chegaram à Europa. Ontem, vários bancos europeus tiveram de ser alvo de intervenções estatais, à imagem do que aconteceu nos EUA. O plano visava, precisamente, retirar dos balanços e das carteiras de investimento dos bancos os activos que tinham sido reduzidos a zero devido às falências no mercado de crédito de alto risco nos EUA (subprime).

Os apoiantes do plano sublinharam também o risco que um eventual "efeito-dominó" de falências ou intervenções representa para as poupanças de milhões de norte-americanos (e não só) dada a consequente queda das bolsas, acentuada pelo pânico que, já ontem nos EUA, ganhou novos contornos de gravidade. Com M.A.C.

A política vence a economia

ABEL COELHO DE MORAIS

Razões. Cálculos eleitorais e princípios ideológicos ditaram derrota do plano

O Presidente Bush insistiu ontem que os problemas criados pela crise financeira serão encarados "de frente" e que vai trabalhar com os líderes democratas e republicanos na Câmara dos Representantes para definir "uma estratégia e seguir em frente".

Bush - que se reuniu durante a noite com o secretário do Tesouro Henry Paulson e com os seus conselhei- ros económicos - reagia assim à rejeição do plano de salvação financeira na Câmara por 228 contra e 205 a favor. Uma derrota humilhante que resulta da fronda parlamentar do seu partido, com 67% dos 202 republicanos a votarem contra, no que foram seguidos por 40% de democratas.

A votação reflecte cálculos políticos e preconceitos ideológicos. Politicamente, o facto de se realizarem eleições para a totalidade da Câmara em paralelo com as presidenciais levou muitos representantes a dizerem não a um plano que sabem profundamente impopular junto do eleitorado. O facto de as reuniões de última hora terem sido feitas com elementos que se vão retirar ou que concorrem por circunscrições seguras ilustra o ponto.

Nos princípios, o plano é tido como "deslize para o socialismo", dizia um deputado republicano, com a agravante de que "não resolve o problema de fundo", defendia um democrata.

John McCain e Barack Obama - que se reuniram com Bush na passada semana, pronunciando-se a favor da sua aprovação - insistiram de novo neste ponto. Obama mostrou-se convicto de que esta é inevitável. McCain, para quem a crise é mais um escolho para a sua campanha, defendeu a realização de nova ronda negocial, envolvendo "todos" para se alcançar uma solução consensual.

A líder democrata na Câmara, Nancy Pelosi voltou a comprometer--se com a aprovação do plano, declarando que "aquilo que [ontem] sucedeu, não será a última palavra. Vamos encontrar maneiras de ultrapassar este obstáculo".

Um obstáculo que encontra forte aprovação entre o americano médio. Uma sondagem Gallup (feita antes da votação) revelava serem quase 70% os americanos que desaprovam o modo como Bush geriu a questão do plano reprovado. Apenas 28% expressaram opinião positiva.

Crise ultrapassa barreira da Europa e dos EUA

Bolsas. São Paulo e Joanesburgo entre as mais prejudicadas

As bolsas de todo o mundo sofreram ontem uma das maiores quedas desde o crash de 1987. E a questão já não se põe só nos Estados Unidos e na Europa. Ontem, na Bolsa de Joanesburgo, a maior de África, o principal índice caiu 6,12%, o maior recuo diário da última década. Na Bolsa de São Paulo a negociação foi suspensa após a queda a pique do índice Bovespa, que chegou a perder mais de 10%.

O principal factor a afectar a negociação no mercado sul-africano foi a falta de liquidez, devido à incerteza nos mercados financeiros. Em São Paulo, por seu turno, a bolsa tem vindo a cair continuamente nas últimas semanas, tendo ontem apenas acentuado as perdas devido ao chumbo do Plano Paulson. Por seu turno, o petróleo estava ontem em quebra, recuando para baixo dos cem dólares por barril, enquanto o ouro voltava a ser activo de refúgio, cotando-se a 903 dólares por onça.

Câmara dos Representantes não voltará a votar o plano de salvamento de Bush antes de quinta-feira

O plano milionário da Administração Bush, que foi rejeitado pela câmara baixa do Congresso americano, não será votado outra vez antes de quinta-feira. De acordo com um parlamentar ouvido pela AFP, que pediu o anonimato, a Câmara dos Representantes está fechada hoje e amanhã, para comemorar o Ano Novo Judeu, e só no dia seguinte os deputados voltam a reunir-se. Pondo em causa esta afirmação, o porta-voz da presidente da câmara baixa, Brandon Daly, disse que há várias "opções ainda em aberto", mas reconheceu: "Há muitas incertezas." Uma das questões em dúvida refere-se ao Senado. A câmara alta tinha agendada para hoje a votação do documento e ontem à noite, após o chumbo da proposta, ignorava-se se a reunião se mantinha. De qualquer forma, o voto do Senado não seria suficiente para passar a lei. Neste caso é também necessária a aprovação da câmara baixa. Já no caso de o projecto ser renegociado, as duas câmaras deverão sempre pronunciar-se sobre o novo texto.
publicado por Ricardo Vieira às 17:54
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Sexta-feira, 26 de Setembro de 2008

Protesto contra preço dos combustíveis ganha adesões

A Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas, criada na sequência da paralisação dos camionistas, em Junho, vai aderir à acção de protesto da DECO contra o aumento do preço dos combustíveis, agendada para este sábado.

"Estamos a enviar e-mails aos nossos associados e apelar para que não abasteçam", disse António Lóios, presidente da mesa da Assembleia Geral da ANTP, acrescentando que a associação decidiu aderir porque o preço dos combustíveis está "muito acima do que devia ser praticado".

Segundo as contas da associação, o Estado perde três milhões de euros em Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP), devido ao facto dos seus mil associados abastecerem em Espanha, onde os preços são mais baixos.

"As empresas que são nossas associadas estão a consumir gasóleo em Espanha e se abastecessem em Portugal o Estado receberia três milhões de euros em ISP", disse António Loios.

 A associação de defesa do consumidor, DECO, organiza neste sábado uma jornada nacional de protesto contra o preço dos combustíveis, apelando aos consumidores para não abastecerem os veículos durante todo o dia.  

 A DECO quer com este protesto que as petrolíferas façam repercutir no preço de venda ao público as reais variações dos preços das matérias-primas.

A ANTP junta-se assim à Associação Nacional de Transportadores Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM), à Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) e à Associação Nacional do Ramo Automóvel (ARAN) nesta jornada de protesto.

 

                                                              Ricardo Vieira

publicado por Ricardo Vieira às 20:56
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Quinta-feira, 25 de Setembro de 2008

UE quer testes e embargo de produtos alimentares chineses

A UE admitiu que possam existir nos mercados Europeus produtos alimentares chineses que possam conter leite contaminado da China. Tais como bolachas, chocolates etc.

Como todos sabemos a China já tem infelizmente 54 mil crianças contaminadas com leite em pó e que o numero pode aumentar, porque estes dados são da semana passada logo ainda não chegaram dados actualizados das autoridades Chinesas, a UE propõe que todos os derivados de leite que contenham mais de 15 por cento de leite em pó na sua composição devem ser testados e posteriormente retirados dos mercados.

Estas medidas da UE surgem  na sequencia de um relatório de um grupo de peritos da EFSA (European Food Safety) que referia que se uma criança comesse grandes quantidades de bolachas e doces contaminados com a tóxica melamina existia a hipótese teórica de ultrapassar as doces de segurança deste químico.

Estas são mais algumas razões que muitos produtos Chineses não são de confiança é verdade que são mais baratos e mas o barato sai caro e por vezes pode custar a vida aos mais novos.

Peço a todos que leram esta notícia que alertassem estes problemas porque podemos sem querer "safar" algumas crianças de complicações desnecessárias.

 

 

                                                                                                 Ricardo Vieira

publicado por Ricardo Vieira às 14:06
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Terça-feira, 23 de Setembro de 2008

Já há energia das ondas na Póvoa de Varzim

Foi inaugurado, esta terça-feira, o Parque de Ondas da Aguçadoura, na Póvoa de Varzim, o primeiro parque mundial de aproveitamento da energia das ondas. O projecto inclui três máquinas, que captam a energia das ondas e têm a capacidade de alimentar cerca de 15 mil famílias.
Este é mais um investimento nas novas energias ecológicas, estão em curso novos estudos para se saber mais sítios no território Nacional para se fabricar mais energia proveniente das ondas. Um desses locais são os Açores.

Felizmente as energias renováveis para além de serem mais baratas a longo prazo, e como o próprio nome indica são renováveis e ecológicas, levando assim que não se esgotem como outras energias como o petróleo e carvão.

Este Governo conseguiu colocar Portugal em 5º no ranking mundial dos países que utilizam e que têm a tecnologia mais avançada, é das poucas coisas boas deste Governo o plano tecnológico que já vai ser seguido por alguns parceiros Europeus.

        

                                                                                       Ricardo Vieira

publicado por Ricardo Vieira às 19:55
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Segunda-feira, 22 de Setembro de 2008

Agricultores galegos deitam fora leite português em protesto

Um grupo de agricultores da Galiza derramou mais 25 mil litros de leite de Portugal que estava a ser transportado para uma fábrica na região, num protesto em que exigem um "preço digno" para o leite galego.

A acção visou um camião cisterna da empresa de Barcelos "A Fornecedora", que se dirigia para a fábrica da Corporación Peñasanta e que foi travado em Lugo.

O protesto, apoiado pelos sindicatos Asaja-Xóvenes Agricultores (XXAA), Unións Agrarias (UU.AA.) e Sindicato Labrego Galego (SLG), surge depois de manifestações, nos últimos meses, contra a importação de leite de Portugal a preços mais baratos que os praticados na Galiza.

O secretário-geral da Asaja-Xóvenes Agricultores, Francisco Bello, disse que o acto se inseriu nos protestos "contra as constantes ameaças" de redução de preços por parte das indústrias lácteas regionais.

"Sentimo-nos na obrigação de denunciar perante a opinião pública que a indústria ameaça os agricultores - de que ou baixam os preços ou deixam de comprar - e ao mesmo tempo vão, pelas costas, comprar leite a França e a Portugal", disse.

Defendendo negociações entre as indústrias do sector e os produtores, Francisco Bello afirmou que muitas empresas estão a praticar "fraude por estarem a receber subsídios para depois não comprarem leite galego".

Também a Unions Agrárias critica o que diz ser "os abusos das indústrias sobre o trabalho dos produtores de leite", afirmando que práticas como importar leite de Portugal "estão a asfixiar os criadores de gado galegos" e a "desequilibrar o mercado interno".

 

                             

                                                                     Ricardo Vieira

publicado por Ricardo Vieira às 21:16
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Sexta-feira, 19 de Setembro de 2008

Bolsa de Lisboa sobe oito por cento animada por plano dos EUA

Apesar do alto risco que é apostar por estes dias nas bolsas mundiais, os investidores não se fizeram rogados e voltaram às compras a Lisboa e um pouco por todo o mundo. O PSI 20 terminou a sessão a subir 8,03 por cento, a maior subida de sempre num só dia.

Os preços de saldo de muitos dos títulos cotados em Lisboa, ajudados pelo plano de emergência da Administração Bush para conter a queda das bolsas e evitar mais falências de instituições financeiras norte-americanas, deram margem de manobra para muitos títulos ultrapassarem largamente a barreira dos dez por cento. Teixeira Duarte, EDP, Zon Multimédia e BES constituíram os títulos que mais valorizaram na sessão.

A construtora avançou 14 por cento, para 1,03 euros, a eléctrica progrediu 11,8 por cento, para 3,02 euros, a Multimédia 10,2 por cento. O banco português mais beneficiado na sessão de hoje foi o BES, a subir igualmente 10,2 por cento. Estas acções foram das mais penalizadas com a crise de crédito e a volatilidade dos mercados financeiros, pelo que acabam por sair também mais beneficiadas quando é a altura para voltar ao mercado, que negociou uns pouco habituais 168,4 milhões de papéis.

Confirmando a tendência que se começou a esboçar logo nos primeiros minutos de negociação, o BCP, o BPI, a EDP Renováveis e a REN receberam especial atenção dos investidores, com ganhos a rondar os dez por cento.

São estes mesmos investidores que querem tirar partido do actual momento de aparente optimismo, associado ao anúncio de um plano da Administração norte-americana para salvar os mercados das quedas desta semana e das falências e vendas de saldo de grandes instituições financeiras norte-americanas que há alguns anos dominavam as operações financeiras internacionais e que agora têm dificuldades em angariar liquidez.

O plano forjado pelo governo dos EUA poderá envolver um milhão de milhões de dólares (693 mil milhões de euros) e o redesenho de todo o sistema financeiro e das forças em presença, face ao processo em curso de concentração do sector.

                                                                        Ricardo Vieira

publicado por Ricardo Vieira às 22:12
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Quinta-feira, 18 de Setembro de 2008

Porque é que os combustíveis não baixam?

Temos visto todos os dias o petróleo a baixar cada vez mais e para valores já abaixo dos 100 dólares e ontem a gasolina aumentou mais 1 cêntimo.

Não é um exagero o que estão a fazer já gasta de acréscimos aos combustíveis, as gasolineiras dizem que compraram o produto com os preços elevados e por isso não podem baixar os preços dos combustíveis, mas esqueceram de se dizer que quando ele aumenta eles aumentaram os preços e o povo pagou o estipulado logo já receberam o dinheiro, por isso, o que estão a fazer é um roubo.

Acho que se boicotar os preços outra vez é capaz que baixe os preços.

 

 

                                                                                           Ricardo Vieira

publicado por Ricardo Vieira às 21:32
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Quarta-feira, 17 de Setembro de 2008

Greve nacional no dia 1 de Outubro

Os sindicatos da Função Pública, afectos à CGTP, vão fazer uma greve nacional no dia 1 de Outubro, anunciou esta quarta-feira a coordenadora da Frente Comum dos Sindicatos da Função Pública.

"A greve de 24 horas visa mostrar ao Governo que os trabalhadores não estão dispostos a aguentar mais.

A administração pública faz parte do país e o executivo continua a ter uma atitude altista, sem dar resposta às reivindicações dos trabalhadores", justificou Ana Avoila.

A greve realiza-se no âmbito de uma jornada nacional de luta convocada pela CGTP para o primeiro dia de Outubro.

 Bom mais uma greve para manifestar a luta pela dignidade nos nossos trabalhos.

No entanto nada se faz para que isso mude vemos todos os dias fabricas a fechar e centenas de funcionários públicos a ir pró desemprego, onde estão as promessas deste governo para diminuir o desemprego?

Ninguém sabe o povo só sabe que quando vêem para a rua e pró desemprego muitos ficam sem os seus direitos e sem trabalho. Nunca se passou nada assim em Portugal já se ouve ao longe a disser que no tempo da ditadura o país estava pior mas tinha-se trabalho as crianças iam à escola e os pais delas tinham uma casa que pagaram e muitos ainda nela vivem. Muitos emigram, mas as vezes ficam pior do que em Portugal, estamos a chegar a um ponto dramático para muitos e o próximo ano não trás melhorias nem mais dinheiro se calhar é o contrario, para quê estar a fazer uma linha pró comboio de alta velocidade se na altura em que ele estiver pronto não haverá dinheiro para andar nele será que o dinheiro investido neste empreendimento não era melhor aplicado na qualificação das empresas nas melhorias das condições de trabalho e porque não na criação de emprego através das empresas, se calhar seria melhor.

O governo tinha prometido 150 mil postos de trabalho para os portugueses mas até agora só vi a taxa de desemprego a aumentar e a taxa de endividamento mais nada.

Acho que devemos pensar no que estamos a fazer porque não será só o Banco Lehman Brothers a ficar na bancarrota mas sim muita gente que anda por aqui.

Estamos atravessar um ciclo difícil na economia mundial é um facto vimos todos os dias empresas a ir pró estrangeiro mais apropriadamente para a Ásia e para os países do Leste Europeu porque lá o crescimento económico é duas vezes superior a média Europeia

e porque os salários são baixos, mas isto, era o Portugal do tempo da ditadura e pós ditadura. É grave esta fuga do trabalho para os países de leste e para a Ásia, mas quem sou eu para proibir isso se até os próprios trabalhadores não o conseguem fazer. 

Meus amigos estamos a recuar no passado e a história esta a começar a repetir-se devemos de ter mais cuidado ou ainda vai ser pior do que a 80 anos atrás. 

 

publicado por Ricardo Vieira às 19:54
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Terça-feira, 16 de Setembro de 2008

A Crise de 1929 está a voltar?

Nos últimos tempos a saúde a economia mundial tem estado doente e com graves dificuldades perante muitos problemas desde o petróleo até à crise imobiliária, no entanto alguns países estam a superar esta economia doente.

O colapso do quarto-maior banco de investimentos Norte-Americano vai criar uma reacção em cadeia com efeitos imprevisíveis na economia mundial. A dúvida reside, neste momento, na amplitude dos efeitos de um buraco financeiro que tinha vindo a ser evitado pelas autoridades norte-americanas.

 

O Governo dos EUA não quis 'salvar' Lehman Brothers.

Foi a quinta tentativa, a rede falhou. O governo dos Estados Unidos da América depois ter "salvo"o Bear Stearns, a Indimac, a Fannie Mae e o Freddie Mac, recusaram-se a usar o dinheiros dos contribuintes para resolver um buraco financeiro na banca do país. E assim deu-se o já esperado o centenário Lehman Brothers, faliu. A decisão do Governo Federal de não ajudar o Lehman Brothers deveu-se ao facto de a sua actividade estar mais concentrada nas grandes instituições e menos nos pequenos clientes de retalho, ao contrario do Merril Lynch ontem 'salvo' pelo rival Bank of America, esta falência diminui o risco de colapso para a economia mundial.

O ultimo fim-de-semana foi intenso nos escritórios financeiros de Nova Iorque perante os sinais de incapacidade de cobrir as perdas provocadas pela crise do credito Hipotecário de alto risco(subprime) em dois grandes Bancos o Lehman Brothers e Merrill Lynch, os responsáveis destes reuniram-se com as autoridades Norte Americanas e com homólogos do sector a nível mundial para procurar uma solução que nunca chegou no caso do Lehman.

Ontem o secretario de Estado do Tesouro dos EUA, Henry Paulson, disse "Nunca consideramos apropriado usar dinheiro dos contribuintes para salvar o Lehman."

Entretanto, o risco que a bancarrota do Lehamn representa para a economia global é importante. Ontem a Bolsa de Nova Iorque sofreu a maior queda desde os atentados de 11 de Setembro de 2001. O petróleo recuou quatro dólares com a perspectiva de uma recessão nos EUA afectar a economia mundial. E os custos de financiamento dos bancos dispararam. Estamos a assistir ao inicio de uma crise Mundial que vai deixar a economia à beira da ruína  e segundo o Fundo Monetário Internacional o pior esta para vir.

Esta falência vai ter um efeito domino porque o Lehman tinha investimentos em muitos bancos e quando uma parte de vários investimentos abre falência pode ser o fim de muitos e logo com o Lehman que trabalhava mais com as grandes Instituições financeiras.

Também podemos esperar da parte do Governo Federal dos EUA alguma solução para este problema porque não iria deixar que um banco do seu país provocasse a falência do sistema financeiro internacional.

O maior colapso da história dos EUA

Nos seus últimos 158 anos de História, o Lehman Brothers, quarto maior banco dos EUA de investimentos, sobreviveu a varias crises: a Grande Depressão de 1930, o colapso do fundo de alto risco Long-Term Capital Management, há 10 anos, ou às falências no sector ferroviário do século XIX. Mas, ontem, não conseguiu ultrapassar a crise do  subprime, iniciada com as falecias no credito hipotecário de alto risco nos EUA.

Ao pedir a protecção credores o Lehman, com os seus activos avaliados em 639 mil milhões de dólares (450 mil milhões de euros) , esmagou a maior falência da bancarrota anterior nos EUA, a World-dcom (103,9 mil milhões de dólares, em 2002) 

E com esta falência a crise mundial intensificasse e com muitos problemas para as populações que vivem já em dificuldades. Como podem ver a historia repete-se e esta está a repetir-se de uma forma mais rápida e brusca para muitos. Por isso muita cautela para quem tem negócios porque a vida vai complicar-se ainda mais.

publicado por Ricardo Vieira às 18:41
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Segunda-feira, 15 de Setembro de 2008

Regresso às aulas

Hoje mais de 1 milhão e 400 mil alunos regressam às aulas para mais um ano, e só tenho pena de uma coisa no meio disto tudo é que também eu sou uns dos muitos que regressaram às aulas. Este ano o governo esta a fazer uma forte aposta no ensino e onde diz que será o melhor ano de ensino em Portugal, agora eu pergunto será mesmo?

Na verdade não sei, como todos sabem no ano passado registaram-se menos chumbos, então quer dizer que o ensino melhorou, no que é bom para um país que está apostar milhões no ensino.

Como todos os anos lectivos no inicio há sempre polémicas este ano já são duas, uma delas é que a avaliação do docente começa este ano e muitos deles não sabe como ela se processa a outra polémica é a da Senhora Ministra dizer que não é necessário a obrigatoriedade no ensino até ao 12º, já Cavaco Silva Presidente da Republica diz que os alunos devem continuar na escola até ao 12º segundo. Mas lá chegaram a um consenso.

Da parte da equipa do critica na rede desejo a todos um bom ano e que se devem lembrar que estão numa escola para aprender e para serem alguém no futuro porque desempregados já hà muitos e alguns com cursos superiores.

 

Bom trabalho!!!

 

                                                                                      Ricardo Vieira

publicado por Ricardo Vieira às 21:18
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