.posts recentes

. Desabafo

. Um novo Código de Trabalh...

. O Som das Noites em breve...

. BAILOUT OU NÃO, EIS A QUE...

. Governo Português dá "exe...

. SAIR DO EURO

. PORTUGAL NA MODA

. O poder

. Portugal e os oceanos

. Dívida portuguesa aumenta...

.arquivos

. Maio 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

Vejo-te a ti No meu coração És aquela que Toca a música Chamada Amor És aquela Que me faz vibrar, Que me faz estremecer, Viver e aprender. És a minha musa inspiradora És a fonte da minha vida, do meu ser, Obrigado por seres quem és. Ricardo Vieira
Sexta-feira, 17 de Outubro de 2008

Um Mc Cain agressivo não desestabiliza Obama sereno

 
Presidenciais nos EUA. O candidato republicano entrou no último frente-a- -frente com uma atitude agressiva e disposto a obrigar o adversário a reagir. Apesar dos ataques, o senador democrata manteve a calma até ao fim

Sondagens pós-debate foram claras: para 58% o democrata ganhou

Para a Paddy Power, a principal empresa de apostos irlandesa, a corrida à Casa Branca terminou. E apesar de faltarem três semanas para os americanos irem a votos escolher o seu presidente, quem apostou na vitória de Barack Obama pode receber já o seu dinheiro. "Declaramos encerrada esta corrida e felicitamos todos os que apoiaram, o vosso dinheiro espera-vos", anunciou a Paddy Power um dia depois do último debate entre Obama e John McCain.

Esta decisão da casa de apostas irlandesa vem de encontro ao sentimento generalizado de que, apesar de ter tido a melhor prestação dos três frente-a-frente, o candidato republicano não conseguiu aproveitar aquela que era vista como a sua última oportunidade para inverter a tendência de voto.

Com uma desvantagem significativa nas sondagens em relação a Obama, McCain foi para o último debate com a obrigação de vencer. Para muitos analistas, esta era a derradeira grande oportunidade para o candidato republicano dar um novo impulso à sua campanha antes das eleições de 4 de Novembro.

Pressionado pelos seus conselheiros, entre eles a sua vice Sarah Palin, para endurecer o tom, McCain entrou ao ataque no palco montado na universidade Hofstra, no estado de Nova Iorque. Responsável pela frase da noite - "Senador Obama, eu não sou o Presidente Bush. Se queria apresentar-se contra o Presidente Bush, teria de se ter candidatado há quatro anos" -, McCain acusou ainda o adversário de "não dizer a verdade aos americanos". Mas à medida de que o debate avançava e perante a atitude impassível de Obama, o senador do Arizona ficou visivelmente irritado. Incapaz de esconder as emoções, McCain gesticulava e exibia, por vezes, um sorriso crispado.

"Ao ver o debate, tinha-se a sensação que Obama era o candidato que ia ganhar", disse à AFP a perita em comunicação política Kathleen Kendall. Terá sido também essa a sensação de muitos dos espectadores que assistiram ao frente-a-frente pela televisão. As sondagens realizadas logo após o evento não deixam margem para dúvidas: apesar de os analistas terem considerado esta como a melhor actuação de McCain, Obama foi o vencer ( com 58% contra 31% num estudo da CNN e com 53% contra 22% num estado da CBS).

Com apenas 18 dias até às presidenciais, a preocupação começa a aumentar no campo republicano. McCain parece obrigado a encontrar uma estratégia rápida e eficaz para bater o adversário nas urnas.

"Não acredito que McCain esteja muito satisfeito consigo próprio porque ter passado demasiado tempo a falar sobre assuntos que não preocupam as pessoas", considerou Jennifer Granholm, a governadora democrata do Michigan, um dos estados ainda indecisos. Citada pela AFP, Granholm disse ainda que o candidato republicano parecia "claramente desesperado e não tinha uma imagem presidenciável".

Sem perder tempo, os candidatos mergulharam ontem de novo na campanha, concentrando-se nos estados do Sul. Tradicionalmente republicana, esta região pode, este ano, ver a sua forte comunidade negra fazer pender a balança para o lado de Obama.
publicado por Ricardo Vieira às 19:37
link do post | comentar | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Maio 2011

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

.tags

. todas as tags

.links

blogs SAPO

.subscrever feeds