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Vejo-te a ti No meu coração És aquela que Toca a música Chamada Amor És aquela Que me faz vibrar, Que me faz estremecer, Viver e aprender. És a minha musa inspiradora És a fonte da minha vida, do meu ser, Obrigado por seres quem és. Ricardo Vieira
Terça-feira, 4 de Maio de 2010

"Espanha e Portugal não são a Grécia"

 

Pedro Solbes saiu hoje em defesa da economia ibérica num momento de grande tensão nos mercados europeus.

À margem de uma conferência na Escola de Gestão do Porto, o antigo ministro da Economia e Finanças espanhol separou às águas, defendendo que as dificuldades em Madrid e Lisboa não são comparáveis à crise em Atenas.

Feita essa distinção, Solbes também explicou que, no seu entendimento, Espanha e Portugal não sofrem dos mesmos problemas. "A situação de Espanha é mais cómoda em termos de dívida, mas em termos de défice não", argumentou.

Na mesma ocasião, o antigo comissário europeu afirmou ser impossível "com apenas uma medida" inverter a actual tensão nos mercados e equilibrar as contas públicas espanholas. No caso espanhol, defendeu, é imperativo "um conjunto de medidas" que passam pela flexibilização do mercado laboral, para tentar aumentar a produtividade, cortes na despesa e uma subida de impostos, mas "com muito cuidado".

Solbes também lembrou que o investimento público depende do financiamento disponível, pelo que se os mercados se fecharem "temos de estabelecer prioridades".

"O tema que tem de ser analisado é o da disponibilidade [de recursos] porque todos somos favoráveis a ter investimento público", concluiu.

Considerando que o euro não está em causa, até porque "é uma aposta permanente de todos nós", Solbes reconhece que a moeda única atravessa "uma situação complicada" e não deixa de apontar o dedo às agências de ‘rating', pedindo-lhes mais "rigor" e "eficiência" nas suas avaliações.

A criação de uma agência europeia "não é uma má ideia", mas "não resolve os problemas do dia para a noite".

 

 

 

publicado por Ricardo Vieira às 22:21
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