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Vejo-te a ti No meu coração És aquela que Toca a música Chamada Amor És aquela Que me faz vibrar, Que me faz estremecer, Viver e aprender. És a minha musa inspiradora És a fonte da minha vida, do meu ser, Obrigado por seres quem és. Ricardo Vieira
Terça-feira, 26 de Janeiro de 2010

Obamanomics

Um ano após ter tomado posse, os alicerces da política económica da Administração Obama ainda são frágeis.

Em parte, é natural que tal aconteça, pois, nos primeiros meses de existência, a equipa de Obama teve de ser mais reactiva do que pró-activa, por causa da crise financeira. Assim, os primeiros passos do governo Obama incluíram o reforço do plano da Administração Bush sobre o sector financeiro, bem como a introdução de incentivos fiscais para o sector imobiliário, para tentar evitar que a crise financeira se agravasse ainda mais.

Em seguida, a administração americana implementou um pacote de medidas para estimular a economia, que incluía não só o aumento das despesas governamentais e o corte de alguns impostos, como também medidas de apoio aos milhões de novos desempregados, bem como auxílios directos a sectores estratégicos em dificuldades, como a indústria automóvel. O preço destas medidas foi bastante alto, pois os Estados Unidos têm actualmente uma dívida pública elevada e défices orçamentais astronómicos, que terão que ser pagos mais cedo ou mais tarde.

Um ano mais tarde, os bancos voltaram aos lucros, a indústria automóvel parece ter sido salva e até o sector imobiliário começa a dar sinais de alguma recuperação. Quer isto dizer que o Plano Obama resultou? Em parte sim, mas não totalmente. Com efeito, não é difícil concluir que, perante os resultados disponíveis, o pacote de estímulo à economia parece ter servido mais para estancar a sangria do desemprego do que para sustentar uma verdadeira retoma económica. É por isso que até há quem defenda estímulos bastante maiores do que os actuais.

O último alicerce da política económica de Obama passa pela aprovação de um plano de saúde, pois o sistema actual é financeiramente incomportável. Porém, como os Democratas tiveram uma importante derrota eleitoral esta semana, é provável que tenham que haver novas negociações para que esse plano vá para a frente.

Quais serão então os próximos passos da política económica? O primeiro acabou de ser dado, com o anúncio de uma maior regulamentação do sistema financeiro, bem como com a introdução de uma taxa para um fundo financeiro de emergência. O objectivo é claro: punir os culpados pela crise de 2008 (o que é sempre popular) e angariar fundos para cobrir parte do défice. O próximo passo será certamente introduzir novos estímulos à economia. É que enquanto o desemprego não começar a descer, os Democratas e o próprio Obama estarão sempre em risco, quer para as eleições para o Congresso já este ano, quer para as próprias presidenciais em 2012.
 

 

Fonte: Artigo de Alvaro Santos Pereira

publicado por Ricardo Vieira às 22:47
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