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Vejo-te a ti No meu coração És aquela que Toca a música Chamada Amor És aquela Que me faz vibrar, Que me faz estremecer, Viver e aprender. És a minha musa inspiradora És a fonte da minha vida, do meu ser, Obrigado por seres quem és. Ricardo Vieira
Segunda-feira, 12 de Outubro de 2009

A longa agonia dos certificados de aforro

Temos acompanhado a novela dos certificados de aforro por aqui ao longo dos últimos anos. Há uns meses contudo que deixou de ser notícia no Economia & Finanças, afinal tudo isto é triste (saídas líquidas de capital atingem os 51 milhões de euros em Setembro), tudo isto existe (depósitos com remunerações que mais que duplicam o retorno dos certificados), tudo isto é fado.
Por estes dias, as instituições financeiras vão compondo o ramalhete de oferta dos depósitos a prazo com bonificações sobre a taxa de referência de mercado enquanto os certificados se mantêm agarrados a uma inflexibilidade trágica porque desenhada num patamar pouco competitivo, isto depois de um período de turbulência lesivo da confiança neles depositadas. 

Saberá o Estado o que faz? Será inteligente desprezar esta forma de financiamento da dívida pública? Ou o objectivo era aceitar a progressiva erosão da base de aforradores enquanto, de caminho, se vendia gato por lebre, oferecendo uma remuneração bem abaixo da paga em empréstimos e outras opções de titularização da dívida do Estado?

Não sendo irrelevante para o contribuite eleitor, esta questão deve interessar pouco ao pequeno aforrador. O medo de depositar economias num produto inequivocamente conservador e seguro como um depósito a prazo já lá vai e a perspectiva de assegurar nos primeiros anos um retorno muito superior, nalgumas situações mais de duplo face aos certificados, deixam pouca margem para dúvidas quanto à opção a seguir para maximizar o retorno do capital com baixo risco.

Que descansem em paz, certificados da série C e… bons negócios.

publicado por Ricardo Vieira às 23:12
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