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Vejo-te a ti No meu coração És aquela que Toca a música Chamada Amor És aquela Que me faz vibrar, Que me faz estremecer, Viver e aprender. És a minha musa inspiradora És a fonte da minha vida, do meu ser, Obrigado por seres quem és. Ricardo Vieira
Segunda-feira, 21 de Setembro de 2009

Os programas económicos do PS e do PSD

Lendo o programas do PS e do PSD a primeira coisa que ressalta à vista é a semelhança dos objectivos enunciados. Se o PS pretende “Relançar a economia e promover o emprego” o PSD contrapõe com “Criar condições para aumentar o emprego e para retomar o crescimento e a convergência com a União Europeia”. O modo como o pretendem fazer é porém diverso. Enquanto no programa do PS há uma aposta sobretudo na intervenção do Estado através: do investimento público, da criação ou reforço de fundos de apoio (nomeadamente para a internacionalização – 250 milhões de euros - e reforço dos capitais próprios – 1,6 mil milhões de euros) e linhas de crédito bonificadas (por exemplo manutenção da linha de crédito de 3,75 mil milhões de euros para a PME); de programas de estágio (designadamente, INOV Jovem, INOV Social e INOV Export) seja ainda através da aposta num Pacto para o Emprego e num Pacto para a Internacionalização, cuja natureza e forma de implementação confesso que não fui capaz de descortinar. O PSD aponta para uma estratégia diferente, em que a aposta no investimento público é claramente menos importante e em que dá preferência aos investimentos “de proximidade” (requalificação urbana, habitação para jovens, equipamentos sociais, património cultural e equipamentos escolares), em que se nota uma clara aposta na utilização de instrumentos fiscais seja para reduzir o custo do trabalho através da descida da taxa social única em 2 pontos percentuais, seja através da criação de regimes de incentivos fiscais (majoração em IRC das despesas com novas contratações, créditos fiscais para investimento, etc), da extinção do pagamento especial por conta e da alteração do regime de pagamento do IVA. Quanto às finanças públicas o PSD compromete-se a concretizar uma “consolidação orçamental efectiva” através da “racionalização e redução da despesa pública” enquanto o PS apresenta como objectivo “alcançar, até ao final da legislatura, um saldo orçamental compatível com o objectivo de equilíbrio sustentável das contas públicas” e aposta em “melhorar a qualidade da despesa pública”. Sendo, talvez a principal diferença que o PSD propõe a elaboração de um “programa plurianual de redução do peso da despesa pública no PIB, com metas quantificadas e fixas por cada ano”. Sendo de notar, ainda, que uma vez que ambos os partidos parecem afastar aumentos de impostos (embora o PS anuncie como objectivo "aproximar o regime de tributação das mais-valais mobiliárias ao praticado na generalidade dos países da OCDE"), o esforço de redução da despesa necessário para alcançar este objectivo (já em si dificil) tenderá a ser maior no caso de PSD em virtude, principalmente, da necessidade de cobrir a redução de receitas da Segurança Social resultantes da descida da taxa social única que terá um impacto que deverá andar próximo dos 1,5 mil milhões de euros ano, valor que corresponde a 0,9% do PIB.

publicado por Ricardo Vieira às 21:54
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5 comentários:
De Tomás, o tal a 23 de Setembro de 2009 às 10:39
Lendo os números e as formas de lá chegar chego à simples conclusão:
PS - aposta nos velhos métodos de gerar à volta do estado...lembra pós 1929.
PSD - aposta numa menor intervenção estatal...será a "mão invisível" ainda funciona, dando espaço aos investimentos privados.
Da simples conclusão chego ao maior dilema da semana: EM QUEM APOSTAR?!?...
De Ricardo Vieira a 23 de Setembro de 2009 às 12:17
podes crer caro bloger. mas infelizmente não será so um dilema teu mas sim de quase todos os portugueses mas pessoalmente digo que se votar em psd sairemos mais prejudicados ao fim da governação social democrata mas se votarmos PS sairemos é claro tambem prejudicados mas com menos agravantes, daí digo que o ps nao merecia estar la mais mas como tambem não temos mais nenhum partido capaz de mudar o rumo e podemos ver isso nesta actual conjuntura o crescimento começa a dar os primeiros passos apos crise foi o ps que assim o conseguiu já o psd criou e agravou mais as crises internas nacionais desde Durao Barroso.
De Tomás, o tal a 23 de Setembro de 2009 às 14:03
De acordo com tua visão...Aliás, se Ferreira Leite tinha apostado no seu benjamim para legislativas em vez das europeias ...acho que tínhamos opção para não votar PS...
De Ricardo Vieira a 23 de Setembro de 2009 às 22:03
Sim, infelizmente o PSD afasta os melhores do seu partido como Pedro Passos Coelho e Marques Mendes, estes poderiam ajudar bastante o PSD só que infelizmente é melhor manter o "sistema antigo de conservadores".
De Tomás, o tal a 24 de Setembro de 2009 às 09:55
Dai... estarmos de acordo que a visão retrograda da Doutora não ser a mais viável para um país q se quer moderno. Modernidade paga-se, com recurso ao crédito. Mal tal como referi no meu blogue sobre o TGV, a aposta tem de ser mantida e não quebrada...afinal os acordos tem de ser respeitados. Se uma família recebe do banco um empréstimo para puder construir ou adquirir algo (um acordo), tem de cumprir o mesmo sem sofrer as consequências. Assim, a escolha recai em que nós sabemos e não dizemos em voz alta. Para comprovar a clivagem temos a sondagem do Diário Económico, que espelha a cada vez maior diferença dos partidos que se situam no chamado bloco central. Coisas reais...

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