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Vejo-te a ti No meu coração És aquela que Toca a música Chamada Amor És aquela Que me faz vibrar, Que me faz estremecer, Viver e aprender. És a minha musa inspiradora És a fonte da minha vida, do meu ser, Obrigado por seres quem és. Ricardo Vieira
Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

10 novos casos de Gripe A nas últimas 24 horas

Segundo o Ministério da Saúde, verificou-se em Portugal, desde o início de Maio, um "total cumulativo de 96 casos confirmados de gripe A (H1N1)".

Portugal registou, nas últimas 24 horas, dez casos confirmados de infecção pelo vírus da gripe A (H1N1). Seis dos doentes estão internados no Hospital de São João, no Porto, divulgou hoje, segunda-feira, o Ministério da Saúde.

Relativamente aos seis doentes internados na unidade portuense, trata-se de "um homem de 25 anos e duas adolescentes (uma de 13 e outra de 16 anos) que regressaram de Palma de Maiorca, bem como um homem de 26 anos, proveniente de Marbella, uma criança do sexo femimino, com nove anos, vinda de França, e uma menina de 12 anos, que chegou de Espanha".

Chegados do Reino Unido e internados com gripe A no Hospital Curry Cabral, em Lisboa, estão dois homens, um de 23 e outro de 29 anos, refere também o Ministério da Saúde (MS).

No Hospital Dona Estefânia, em Lisboa, está internada uma criança, do sexo feminino, com cinco anos, que corresponde a um caso de transmissão secundária.

Uma adolescente de 15 anos, proveniente do Reino Unido, está internada no Hospital do Funchal, na Madeira.

Segundo o MS, verificou-se em Portugal, desde o início de Maio, um "total cumulativo de 96 casos confirmados de gripe A (H1N1)".

O ministério dirigido por Ana Jorge lembra que a totalidade de casos confirmados não representa o mesmo número de doentes, pois, "na maioria dos casos, a doença já foi tratada e as pessoas retomaram as suas vidas".

"O aumento do número de casos importados e de transmissão secundária era já previsível pelas autoridades de saúde pública, tendo em conta a evolução natural da epidemia. Não há, por isso, qualquer razão para alarme, mas sim para uma atenção redobrada", diz o MS.

A tutela recomenda também a toda a comunidade - famílias, escolas, empresas - que "adopte comportamentos que dificultem a transmissão do vírus".

Além da identificação, isolamento e tratamento dos casos, o MS - através da Direcção-Geral da Saúde, em colaboração com a Escola Nacional de Saúde Pública e com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian - está, "há dois meses, a analisar essa resposta social à transmissão, reportando-a periodicamente, para que os comportamentos da comunidade se adaptem à situação epidemiológica".

O MS reforça a importância da lavagem frequente das mãos e da protecção da boca e do nariz ao tossir ou espirrar, sempre que possível com lenços de papel que não devem ser reutilizados.

O MS alerta, "mais uma vez", os cidadãos para, em caso de sintomas de gripe, independentemente de terem viajado para fora do país, contactarem de imediato a Linha de Saúde 24 (808 24 24 24).

Este contacto permite, perante os sintomas descritos e as informações prestadas pelo utente, reconhecer se se trata de uma suspeita de gripe A, evitando "o incómodo de uma ida desnecessária à urgência hospitalar".

Em caso de suspeita de infecção, este contacto inicial garante ao utente o transporte imediato, pelo INEM, para um dos hospitais de referência.

O MS sublinha ainda que a pré-reserva de vacinas para 30 por cento da população, à semelhança do que está a ser feito na maioria dos países europeus, "está em curso".

"Neste momento, o MS encontra-se a negociar com os diferentes laboratórios farmacêuticos a sua reserva, existindo já a garantia de que teremos a quantidade necessária, assim que a vacina for produzida", garante o ministério.

Entretanto, foi constituída uma rede de coordenação entre os laboratórios que fazem a identificação do vírus H1N1.

As análises estavam a ser realizadas apenas no Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge e no Hospital Curry Cabral. A partir de agora, passam, progressivamente, a ser efectuadas nos laboratórios do Hospital de São João, dos Hospitais da Universidade de Coimbra e no Laboratório Regional de Saúde Pública do Algarve Dr.ª Laura Ayres.

A passagem à fase 6 do alerta de pandemia, decidida pela Organização Mundial de Saúde, deve-se à facilidade e velocidade de propagação do vírus a nível mundial.  
 

publicado por Ricardo Vieira às 22:41
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