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Vejo-te a ti No meu coração És aquela que Toca a música Chamada Amor És aquela Que me faz vibrar, Que me faz estremecer, Viver e aprender. És a minha musa inspiradora És a fonte da minha vida, do meu ser, Obrigado por seres quem és. Ricardo Vieira
Segunda-feira, 6 de Julho de 2009

Menos 5,5% de mortos nas estradas

Número de mortos em acidentes rodoviários diminuiu 5,5 por cento no primeiro semestre deste ano face a igual período de 2008.

No seminário "Conhecer a estratégia nacional de segurança rodoviária", o ministro da Administração Interna, Rui Pereira, adiantou que o número de feridos graves diminuiu 2,5 por cento nos primeiros seis meses do ano relativamente ao mesmo semestre de 2008.

"A tendência de diminuição do número de mortes mantém-se este ano", disse Rui Pereira para salientar que entre 2001 e 2008 Portugal conseguiu reduzir em 47 por cento o número de vítimas nas estradas, estando "prestes a alcançar o objectivo traçado pela União Europeia até 2010", que é baixar para metade o número de mortos.

Em 2008 morreram 776 pessoas em acidentes nas estradas e 2606 ficaram feridas com gravidade, além do registo de 41.327 feridos ligeiros.

Segundo Rui Pereira, o melhoramento das vias rodoviárias e da segurança dos automóveis e o aumento da fiscalização por parte das forças de segurança foram alguns dos factores que contribuíram para o "sucesso" português.

Acima da média europeia

Apesar de ter conseguido reduzir quase para metade as mortes nas estradas, Portugal estava, em 2008, seis por cento acima da média europeia, disse o presidente da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, Paulo Marques, salientando que é necessário "reduzir mais a taxa da sinistralidade".

Para Paulo Marques, a Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária até 2015, aprovada em Maio em Conselho de Ministros, é "o primeiro passo para aproximar Portugal dos melhores países da União Europeia".

O ministro da Administração Interna frisou que a Estratégia vai "proporcionar melhores resultados e contribuir para reduzir o número de mortos, feridos e acidentes", uma vez que assenta em grupos de risco, como peões e condutores de veículos de duas rodas, e em factores de risco, designadamente a condução sob excesso de álcool e velocidade.

Instalação de uma rede nacional de radares, aumento do regime sancionatório e introdução de novos sinais, como o de proibição de conduzir a mais de 30 quilómetros/hora em algumas ruas das cidades, são algumas medidas que vão ser tomadas até 2015.

Também o alargamento da aprendizagem sobre segurança rodoviária às escolas, aumentar a fiscalização ao álcool, droga e velocidade, melhorar a assistência à vítima, fazer uma gestão dos locais com elevada concentração de acidentes, divulgar os indicadores de riscos das estradas e dos túneis rodoviários são outros objectivos da Estratégia.

 

publicado por Ricardo Vieira às 20:43
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