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Vejo-te a ti No meu coração És aquela que Toca a música Chamada Amor És aquela Que me faz vibrar, Que me faz estremecer, Viver e aprender. És a minha musa inspiradora És a fonte da minha vida, do meu ser, Obrigado por seres quem és. Ricardo Vieira
Quinta-feira, 4 de Junho de 2009

Greve dos pilotos da PGA "ultrapassa todos os limites"

O presidente da TAP, Fernando Pinto, "perdeu toda a paciência" com os pilotos da Portugália-PGA que iniciam hoje um período de dez dias de greve, acrescentando que estes estão a "ultrapassar todos os limites".

"Já perdemos a paciência. [Esta greve] está a ultrapassar todos os limites. Não há empresa que resista a dez dias de greve", afirmou à agência Lusa Fernando Pinto na sua primeira entrevista desde que foi reconduzido no cargo de presidente do grupo TAP, onde a Portugália está incluída.

O presidente da transportadora nacional, que estima que o período de greve custem à TAP "mais de um milhão de euros", admite tomar medidas drásticas, sendo uma delas abdicar da PGA, empresa que é detida a 100 por cento pelo grupo.

"A TAP adquiriu [a PGA] com o objectivo de esta contribuir para o negócio. Se a Portugália passa a ser um problema, então não teremos condições de a sustentar"" disse o responsável.

O presidente da TAP, na entrevista à Lusa, faz ainda uma associação à questão da Groundforce, a empresa de 'handling' que está, neste momento, em processo de venda. ""[Se a PGA] passar a ser um problema semelhante ao da Groundforce, teremos de encontrar outras soluções"", sublinhou.

Para Fernando Pinto o problema dos pilotos da PGA gira, essencialmente, em torno de salários.

""No fundo, está-se a falar de salários. Fala-se de muitas coisas [os pilotos têm posto a tónica no tema da segurança nas operações de voo], mas no fundo está-se a falar de salários e a empresa não tem capacidade de pagar mais do que paga"", sustentou Fernando Pinto.

""A Portugália já aumentou os pilotos em 20 por cento e não vai poder fazer mais concessões"", revelou ainda o presidente da TAP.

Os pilotos da PGA, que este ano já paralisaram durante seis dias, iniciam às 00:00 de quinta-feira o primeiro de dez dias de greve, convocado pelo Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC), reivindicando a adopção de um Regulamento de Utilização num contexto ""seguro e sustentável, através da instituição dos mecanismos de dissipação da fadiga recomendados"".

""O que posso dizer sobre a PGA é que os sindicatos optaram pela radicalização. Desde o início [deste processo] que vimos essa tendência"", afirmou, acrescentando que os pilotos ""estão a destruir o maior activo da empresa, a visão de qualidade que o passageiro sempre teve da Portugália"", considerou ainda Fernando Pinto.

""Estou preocupado, extremamente preocupado"", frisou

publicado por Ricardo Vieira às 15:18
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