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Vejo-te a ti No meu coração És aquela que Toca a música Chamada Amor És aquela Que me faz vibrar, Que me faz estremecer, Viver e aprender. És a minha musa inspiradora És a fonte da minha vida, do meu ser, Obrigado por seres quem és. Ricardo Vieira
Quarta-feira, 3 de Junho de 2009

PGA diz que greve dos pilotos pode "comprometer futuro"

A PGA - Portugália Airlines afirmou esta segunda-feira que a greve dos pilotos da companhia, que terá início às 00:00 de quinta-feira, pode "comprometer o futuro" da empresa.

Os pilotos da PGA, que este ano já paralisaram durante seis dias, iniciam às 00:00 de quinta-feira o primeiro de dez dias de greve, convocado pelo Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC).

A PGA considera que, ao realizarem novas greves, os pilotos estão a insistir "num radicalismo que pode afectar irremediavelmente o prestígio construído pela Portugália desde que foi criada".

A PGA, que é detida a 100 por cento pela TAP, considera "incompreensível" que os pilotos avancem com novas greves numa altura em que o sector da aviação vive "a pior crise mundial das últimas décadas", afirmando que tratar-se de uma "atitude que pode comprometer o futuro da empresa".

A companhia aérea diz, em comunicado, que a "atitude radical" do SPAC "pode comprometer a possibilidade de os pilotos da PGA terem, como desejado, um regime de trabalho definido e acordado com a empresa".

A PGA salienta que o conselho de administração companhia "tudo tem feito para, através do diálogo, procurar soluções que sirvam a empresa e os seus colaboradores".

No entanto, a empresa diz "não poder aceitar reivindicações que comprometam a sustentabilidade do novo modelo de negócio em que a companhia se encontra a operar".

Os pilotos da PGA reivindicam a adopção de um Regulamento de Utilização num contexto "seguro e sustentável, através da instituição dos mecanismos de dissipação da fadiga recomendados".

A PGA garante que mantém "os mais elevados padrões de segurança na operação" e que a segurança da operação da companhia "nunca esteve em causa".

"A segurança é apenas o pretexto escolhido, por se saber do seu impacto na opinião pública", diz a PGA, referindo que neste conflito laboral o que está em causa é o "aperfeiçoamento das condições de trabalho dos pilotos" que passa "por questões operacionais e remuneratórias".

A companhia refere que apresentou uma proposta remuneratória que "representa um esforço importante e uma aposta no futuro da PGA", que não foi "acolhida" pela PGA, sem avançar mais pormenores.

A PGA é detida pela companhia aérea TAP, mas tem uma administração autónoma.

A PGA conta com 150 pilotos e uma frota de 16 aviões.

publicado por Ricardo Vieira às 20:52
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