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Vejo-te a ti No meu coração És aquela que Toca a música Chamada Amor És aquela Que me faz vibrar, Que me faz estremecer, Viver e aprender. És a minha musa inspiradora És a fonte da minha vida, do meu ser, Obrigado por seres quem és. Ricardo Vieira
Sexta-feira, 22 de Maio de 2009

Gonçalo Amaral condenado a um ano e meio com pena suspensa

Gonçalo Amaral foi condenado a um ano e meio de prisão com pena suspensa por falsidade de depoimento no caso das agressões a Leonor Cipriano.

O acórdão, lido esta tarde, determinou também a absolvição de Gonçalo Amaral quanto ao crime de omissão de denúncia.

Todos os arguidos  acusados por crime de tortura - Paulo Pereira Cristóvão, Leonel Marques e Paulo Marques Bom - foram absolvidos

O inspector António Cardoso, acusado por crime de falsificação de documento, foi condenado a dois anos e três meses, com pena igualmente suspensa.

O acórdão no caso das alegadas agressões a Leonor Cipriano foi lido hoje à tarde no Tribunal de Faro.

Foi dado como provado que Leonor Cipriano foi agredida na PJ por elementos da Judiciária não identificados, e não caiu nas escadas, como chegou a ser aventado. No entanto, o tribunal não conseguiu determinar quais foram os autores das agressões.

Os juízes salientaram a importância do depoimento de Teresa Magalhães, do Instituto de Medicina Legal, para clarificar a origem das lesões de Leonor Cipriano. Pela negativa, destacaram a falta de credibilidade dos depoimentos da vítima devido à constante mudança de versões que impediu que se apurasse os responsáveis pelas agressões.

Caso remonta a 2004

O processo das alegadas agressões a Leonor Cipriano por inspectores da PJ está relacionado com o denominado "caso Joana", que remonta a 12 de Setembro de 2004, dia em que a menina, de oito anos, desapareceu da aldeia de Figueira, Portimão, no Algarve.

As acusações do Ministério Público contra cinco inspectores e ex-inspectores da Judiciária surgiram na sequência dos interrogatórios na PJ de Faro em 2004, altura em que Leonor terá aparecido com lesões na cara e no corpo no Estabelecimento Prisional de Odemira, onde estava em prisão preventiva.

Passados oito meses desde a data de início do julgamento - a 27 de Outubro de 2008 - vai conhecer-se na 14ª sessão de julgamento se os cinco inspectores e ex-inspectores da Polícia Judiciária (PJ) são absolvidos ou condenados pelo tribunal de júri.

A mãe de Joana, Leonor Cipriano, e o tio, João Cipriano (ambos irmãos), estão condenados pelo Supremo Tribunal de Justiça a 16 anos de prisão cada um, pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver da criança.

Há quatro dias, o advogado de Leonor Cipriano, Aragão Correia, pediu a abertura de novo inquérito no "caso Joana" e a absolvição da mãe da menina, depois de João Cipriano ter confessado por escrito que tentou vendê-la.

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publicado por Ricardo Vieira às 19:47
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