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Vejo-te a ti No meu coração És aquela que Toca a música Chamada Amor És aquela Que me faz vibrar, Que me faz estremecer, Viver e aprender. És a minha musa inspiradora És a fonte da minha vida, do meu ser, Obrigado por seres quem és. Ricardo Vieira
Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

EDP acusada de praticar preços mais altos por falta de concorrência

A análise da Autoridade da Concorrência (AdC) à formação dos preços grossistas da energia eléctrica em Portugal, em 2007, concluiu que a EDP pratica preços mais altos porque não existe concorrência no mercado.

No segundo semestre de 2007 (que coincidiu com os primeiros seis meses do mercado ibérico), os preços praticados no mercado português eram superiores em cerca de 23 por cento (média diária) aos do mercado espanhol, concluiu a análise da AdC à formação dos preços grossistas.

As diferenças entre a “estrutura da oferta" em Portugal e Espanha é um dos elementos que explica esta disparidade, refere a AdC, que insiste na entrada de outros operadores no mercado com centrais de ciclo combinado a gás como forma de obter “um nível de concorrência mais elevado”.

O regulador também aponta o dedo “aos desvios sistemáticos na previsão” da procura de electricidade programada em mercado diário e a procura real por parte da EDP Serviço Universal. Na prática, isto significa que a EDP compra mais electricidade do que aquela que necessita vender, explica a AdC.

Uma vez que a eléctrica presidida por António Mexia pode passar para as tarifas dos clientes quaisquer desvios financeiros entre custos de aquisição previstos e ocorridos, acaba sempre por ganhar, mesmo que o mercado não compre toda a electricidade.

Este modelo de comercialização sem risco não desenvolve incentivos para que a eléctrica seja mais exigente nas previsões, sublinha o regulador.

Apesar de admitir que a diferença de preços entre os mercados português e espanhol ter-se-á atenuado em 2008 (face a 2007), a AdC considera que as conclusões do relatório não serão muito diferentes do que se verifica actualmente, porque o nível de concorrência no mercado também não se alterou.

E por isso sustenta que “o sistema eléctrico português beneficiará significativamente com a entrada em serviço das centrais de ciclo combinado que se encontram licenciadas a concorrentes da EDP e da efectiva liberalização do mercado a retalho”.

publicado por Ricardo Vieira às 19:45
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