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Vejo-te a ti No meu coração És aquela que Toca a música Chamada Amor És aquela Que me faz vibrar, Que me faz estremecer, Viver e aprender. És a minha musa inspiradora És a fonte da minha vida, do meu ser, Obrigado por seres quem és. Ricardo Vieira
Domingo, 17 de Maio de 2009

Autoridades investigam tentativa de fraude de 50 mil milhões de dólares

As autoridades portuguesas estão a investigar uma tentativa de transferência de 50 mil milhões de dólares (36,6 mil milhões de euros) a partir do JP Morgan Chase, nos EUA, para Portugal, naquela que, se resultasse, seria a maior fraude de sempre no país.

A operação foi tentada por uma mulher não identificada, que apresentou num banco em Lisboa um contrato de transferência interbancária, ao qual a Lusa teve acesso, que previa uma movimentação de 36,4 milhões de euros na primeira tranche.

O documento levantou fortes suspeitas sobre a legalidade da operação que se pretendia concretizar, quer pelo modo de actuação da mulher, quer, sobretudo, pelo elevado montante envolvido.

Fonte oficial do Ministério Público disse à Lusa que "o Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) está a proceder à recolha de elementos sobre o assunto".

O Banco de Portugal também está a investigar o caso, segundo fonte oficial, que esclareceu que "o processo seguiu para o departamento de supervisão" da instituição liderada por Vítor Constâncio, confirmando ainda que os moldes do caso são semelhantes a outras tentativas de fraude detectadas pelas autoridades em Portugal.

A Unidade de Informação Financeira da Polícia Judiciária (PJ) também está ao corrente do processo. Contactada pela Lusa, fonte oficial da PJ disse que, no entanto, "não se considera oportuno o comentário sobre situações concretas", escusando-se a divulgar dados sobre situações do género detectadas nos últimos anos em Portugal.

Quanto ao valor envolvido, 50 mil milhões de dólares (36,6 mil milhões de euros), é de longe muito superior a qualquer outro caso semelhante alguma vez detectado em Portugal, confirmaram à Lusa o supervisor dos bancos.

Mesmo não existindo um limite definido para fazer transferências de dinheiro de Portugal para o estrangeiro e vice-versa, o montante é de tal forma elevado que daria para fazer cinco linhas de comboio de alta velocidade em Portugal ou dez aeroportos de Lisboa.

Se a operação fosse realizada, seria transferido para Portugal duas vezes o valor das 20 maiores empresas portuguesas em bolsa. "Uma quantia nunca vista, seja no mercado português ou em qualquer praça de referência do mundo", comentou uma fonte bancária à Lusa. De facto, não é todos os dias que se transferem 50 mil milhões de dólares de um país para o outro e, como referiu outra fonte de mercado, "até parece brincadeira. O valor é completamente anormal".

O contrato 'swift' [troca directa entre bancos] previa a transferência daquele motante entre o banco norte-americano, o JP Morgan Chase Manhattan Bank, e a instituição portuguesa, com uma taxa cambial pré-definida e fixa de 85 euros para cada 100 dólares (avaliando cada euro em 1,17 dólares - abaixo dos 1,36 dólares a que o euro tem sido negociado no mercado cambial).

A transacção realizar-se-ia em várias tranches, com a primeira fixada em 49,5 milhões de dólares (36,4 milhões de euros).

Em termos de comissões, o banco que aceitasse conduzir a operação de transferência do dinheiro receberia 2,5 por cento do montante global, isto é, 1,25 mil milhões de dólares (quase mil milhões de euros - o dobro do valor de mercado do Banif em bolsa, por exemplo).

Na página quatro do contrato lê-se que "as partes têm que seguir as coordenadas fornecidas pelas regras dos bancos sobre o Acto Anti-Terrorista e o Acto Patriótico I e II. O comprador [banco que aceita receber o dinheiro oriundo dos EUA] não será considerado responsável por nenhuma lavagem de dinheiro danosa".

publicado por Ricardo Vieira às 21:26
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