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Vejo-te a ti No meu coração És aquela que Toca a música Chamada Amor És aquela Que me faz vibrar, Que me faz estremecer, Viver e aprender. És a minha musa inspiradora És a fonte da minha vida, do meu ser, Obrigado por seres quem és. Ricardo Vieira
Quarta-feira, 8 de Abril de 2009

Banco de Portugal rejeita acusações do CDS-PP

 

O Banco de Portugal refutou hoje as acusações do deputado do CDS-PP, Nuno Melo, que afirmou que o supervisor sabia da existência do Banco Insular e faltou à verdade na comissão de inquérito parlamentar ao caso BPN.

"Estas afirmações não têm qualquer fundamento", garantiu o Banco de Portugal em comunicado.

"É público que o Banco de Portugal, em Maio de 2008, já tinha suspeitas da ligação entre o Grupo SLN e o Banco Insular. Mas nenhum responsável do BPN ou da SLN tinha assumido, por qualquer tipo de comunicação ao Banco de Portugal, a propriedade do Banco Insular", refere no comunicado a instituição liderada por Vítor Constâncio.

O supervisor acrescenta que "a confissão dessa propriedade veio a acontecer, em resultado da pressão e insistências do Banco de Portugal, apenas em 02 de Junho de 2008, através de carta do presidente do BPN".

O deputado centrista Nuno Melo acusou esta manhã o Banco de Portugal de "faltar reiteradamente à verdade" no caso BPN, apresentando documentos que, segundo o CDS-PP, provam que o supervisor sabia da existência do Banco Insular e chegou mesmo a sugerir a sua venda.

Uma acta de uma reunião de 12 de Maio de 2008 do conselho superior da SLN, que o deputado do CDS apresentou, dá conta de uma reunião antes dessa data com o vice-governador do Banco de Portugal, Duarte Neves, em que este terá sugerido à Sociedade Lusa de Negócios (SLN) que vendesse o Banco Insular a terceiros.

Baseando-se nessa e noutras actas facilitadas à Comissão Parlamentar por Rui Machete, antigo presidente do Conselho Superior da SLN, o CDS acusa o Banco de Portugal de ter faltado "reiteradamente à verdade, em diferentes, momentos porque sabia da existência do Banco Insular antes do envio das cartas de 15 de Maio e de 02 de Junho".

O Banco de Portugal recusou as acusações e afirmou que "nunca o vice-governador [do supervisor] produziu ou poderia ter produzido tal afirmação relativa ao Banco Insular. Essa referência na acta do conselho superior da SLN não faz qualquer sentido e traduz, no mínimo, um lapso ou um mal-entendido por parte dos seus autores".

O supervisor afirmou que a reunião em causa "na qual a administração da SLN não reconheceu a propriedade do Banco Insular, foi posterior à reunião do conselho superior de 12 de Maio e o que nela se passou, com várias testemunhas presentes, prova à evidência que o vice-governador do Banco de Portugal nunca poderia ter produzido em data anterior a afirmação que lhe é atribuída na referida acta da reunião do conselho superior da SLN de 12 de Maio".

publicado por Ricardo Vieira às 22:28
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